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ENTREVISTA:
Eurípedes Kühl, médium e autor de livros
consagrados, quais "Tráfico
– Doloroso Resgate" e
"Animais, Nossos Irmãos".
Breve apresentação: O médium Eurípedes
Kühl nasceu em 21.08.1934, em Igarapava, no Estado de São Paulo. É militar
do Exército, hoje na reserva. Casado, dois filhos. Bacharel em
Administração de Empresas e Economia. Dedica-se a estudos e pesquisas
espíritas, desenvolvendo ensaios e romances, procurando divulgar os
ensinamentos de Allan Kardec, aplicados ao cotidiano de nossa vida, sempre
em busca de temas atuais.
CA -
Eurípedes, espírita desde quando?
Eurípedes Kühl - Desde criança. Já
aos seis anos comecei a freqüentar as aulas de evangelização infantil,
permanecendo como aluno até a juventude, tendo ingressado na “mocidade
espírita” aos treze anos.
CA -
Como era “ser espírita” naquele tempo? Você foi
discriminado em algum momento?
Eurípedes Kühl -
Difícil. Cursando o então
primário, durante a aula semanal de religião — leia-se: de Catolicismo,
pois ministrada por um padre —, a professora me mandava sair e eu ia para
o pátio do Grupo Escolar, onde ficava sozinho, até acabar a dita aula.
Isso porque, ao me matricular, minha família declarou “espírita” à
pergunta do formulário, sobre o credo religioso. Daí foi proibido de
assistir “aulas de religião” da 2ª à 4ª série... (Na 1ª série isso não
aconteceu porque a cursei na Escola Eurípedes Barsanulfo, anexa ao Centro
Espírita, na minha cidade natal!).
CA - E
as manifestações mediúnicas, quando principiaram?
Eurípedes Kühl -
As primeiras manifestações mediúnicas deram-se por
volta de 1971/1972.
CA -
Espírita desde a infância, qual
foi sua motivação para ingressar na carreira militar?
Eurípedes Kühl -
Aos dezoito anos, tendo que prestar o serviço militar, optei pelo
pára-quedismo militar, sob a motivação de saltar de pára-quedas. No
Exército, fui promovido de soldado a capitão, ao longo de trinta e um anos
de efetivo serviço castrense, durante os quais tive a felicidade de não
vivenciar nenhum conflito, nacional ou internacional.
CA - Encontrou
no Exército resistência ou oposição às suas convicções?
Eurípedes Kühl -
Não
encontrei oposição ou conflito de ordem moral. Ao contrário, tive a feliz
oportunidade de, como tenente, participar de um Núcleo da Cruzada dos
Militares Espíritas, cuja destinação fundamental era e é divulgar aos
colegas de farda que o queiram, os ensinos de Jesus, com a ótica espírita,
cristã, essencialmente. Fui muito feliz nessa atividade.
CA - Quais são, atualmente, suas tarefas e
funções no Centro Espírita que freqüenta?
Eurípedes Kühl -
Por sete
anos coordenei o “Curso de Médiuns”. Em 2000 o grupo passou a estudar as
obras do Espírito André Luiz “A Vida no Mundo Espiritual” (13 obras), já
estamos concluindo a 11ª.
Sempre venho realizando a psicografia, sou passista e ministro cursos.
Fora do C.E. que freqüento realizo também palestras doutrinárias e cursos
em vários Centros Espíritas. Sou colaborador de dez sites espíritas na
Internet, com participação mensal. Escrevo textos para as Revistas
REFORMADOR (Editora FEB) e para Espiritismo&Ciência (Editora Mythos).
CA - As reuniões de psicografia de suas obras
literárias são públicas?
Eurípedes Kühl -
São
reservadas, em grupo de psicógrafos e médiuns de “sustentação vibratória”,
em pleno recolhimento, no Centro Espírita.
CA -
Qual a periodicidade em que se realizam?
Eurípedes Kühl -
Semanalmente, por uma
hora. Acompanha-me minha esposa.
CA - Quais são suas recomendações para quem está
despertando agora para as percepções mediúnicas?
Eurípedes Kühl -
Estudar o
“O Livro dos Médiuns”, especialmente e com muita atenção os Cap XIII, XV,
XVI e XVII, onde Kardec trata, respectivamente, com detalhes e
especificidade, dos temas “psicografia”, “médiuns escreventes”, “médiuns
especiais” e “formação dos médiuns”.
CA - Eurípedes: “todos nós somos médiuns”?
Eurípedes Kühl -
Foi Kardec,
ainda em “O Livro dos Médiuns”, Cap XVI, item 159, que disse que “todo
aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por
esse fato, médium. (...) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou
menos, médiuns”.
Mediunidade é intercâmbio espiritual/material. Ao emitir um pensamento,
quase sempre o ser liga-se a Espíritos, encarnados, e principalmente
desencarnados. Por exemplo, tanto o bom pensamento (a prece, uma lembrança
agradável, etc), quanto o mau (desejo de vingança, idéias criminosas, etc),
necessariamente encontrarão ressonância em outros seres, do plano material
e/ou do plano espiritual, daí advindo citado intercâmbio.
O exercício mediúnico específico (psicofonia, psicografia, psicometria,
vidência, etc) pressupõe a eclosão de sintomas próprios, indisfarçáveis e
inexoráveis, que no tempo certo surgem na vida do médium. Este, adequando
tal evento (educação da mediunidade, por estudos e prática mediúnica a
benefício do próximo), encontrará a paz — pelo menos, o possível de paz,
neste planeta.
CA - Quais
são as qualidades necessárias para o exercício da mediunidade e como
conquistá-las?
Eurípedes Kühl -
Das quatro
virtudes apontadas, desmereço três. De verdade verdadeira, só sou mesmo
persistente. (Mas sei que até esse comportamento tem que ser administrado
com cuidado, pois pode facilmente descambar para o fanatismo ou para a
teimosia...).
Qualidades do médium psicógrafo: esse médium precisa ter um permanente
comprometimento com a sinceridade: Kardec elucida, com detalhes, em “O
Livro dos Médiuns”, que só mesmo multiplicados tempos de dedicação, estudo
e desprendimento poderão levar a pessoa à certeza de que está sendo
intermediária entre o Plano Espiritual e o material. A propósito, lembro
que o maior psicógrafo de todos os tempos — Chico Xavier —, nos primeiros
tempos de sua augusta mediunidade, passou pela fase de “treinamentos”
(melhor será dizer: estabelecimento da sintonia com os Espíritos aos quais
serviria).
CA - Seu trabalho de pesquisa é um referencial
muito importante para aqueles que desejam conhecer em síntese determinados
temas. Essa tarefa foi inspirada pelos espíritos? Quando iniciou esses
estudos?
Eurípedes Kühl -
Geralmente, nos livros de minha lavra, um determinado assunto me invade a
mente, de inopino, ali permanecendo constante. Então, começo a organizar
um arquivo pessoal de notas científicas sobre esse assunto. A seguir, vou
às obras da Codificação e às várias fontes bibliográficas espíritas, dali
extraindo referenciais espiritualistas, máxime espíritas. Não escrevo uma
única palavra. Apenas leio e memorizo. Passadas mais ou menos duas ou três
semanas, todo o material coletado se transforma em um livro, que escrevo
de um só fôlego, nele expondo o pensamento dos diversos pensadores, mas
registrando meu pensamento, minhas reflexões, minhas análises. Nesses
momentos, capto sempre um grande amparo, ou “supervisão”, de algum
Espírito amigo, irradiando apoio.
CA -
No seu
caso, como se dá o processo de recepção mediúnica?
Eurípedes Kühl -
Com olhos
abertos ou fechados (não preciso de luminosidade) vejo os fatos por visão
mental, em processo dinâmico, ininterrupto, exigindo presteza na
construção fraseológica, que é sempre minha. De nada adiantava eu
indiretamente interferir (como fazia de início...) imaginando “sugestões
inconscientes” sobre os acontecimentos seguintes, porque o processo
invariável tem sido o de que o que vou “vendo” nada tem a ver com o que,
sem querer, “roteirizo”. Hoje, com grande esforço, consegui eliminar essa
intervenção. Durante a prática mediúnica meus sentidos físicos ficam com
ação reduzida e um detalhe interessante ocorre: meus olhos ficam cheios de
lágrimas, que não se derramam. Isso é quase um aval!
CA -
Como
você vê o conteúdo intrínseco dos livros espíritas que estão sendo
escritos e editados atualmente?
Eurípedes Kühl -
Não sou
exegeta, mas também não sou folha solta na correnteza literária espírita.
Opino que, modo geral, é muito bom que novos médiuns e novos autores
estejam surgindo no horizonte terreno, com expressiva quantidade de obras.
Isso é altamente salutar. Não obstante, a mim me parece que está havendo
pressa em editar os livros espíritas e isso é prejudicial à qualidade da
mensagem neles registradas, pois todo e qualquer livro é como uma fruta
sem cultivo (colhida antes do tempo), que tende a desagradar ao paladar.
No caso, o “cultivo” do livro seria representado por experientes análises
e revisões.
CA - Psicometria: apesar das pesquisas
científicas de Ernesto Bozzano, tão conclusivas e bem expressas em
‘Enigmas da Psicometria’, essa percepção mediúnica ainda é cercada de
muitas interrogações. Essa mediunidade faz parte de suas qualificações
pessoais?
Eurípedes Kühl -
Por duas
vezes, estando em locais diferentes, tive a premonição de fatos gravosos
que aconteceriam ali e que vieram mesmo a acontecer. Seria essa a
psicometria ligada ao futuro, que Bozzano cita na referida obra (no item
“Conclusões”, à p. 106 da 3ª Ed., 1991, FEB, RJ/RJ). Depois dessas duas
experiências, nenhuma outra similar.
CA - E
os romances espíritas e em geral? Você acredita que há obras que mais
atrapalham do que ajudam os leitores não-espíritas?
Eurípedes Kühl -
Vejo
(leio) os romances de forma agradabilíssima. Sou romântico, por isso
suspeito para opinar com total isenção. Mas não diria que esse ou aquele
romance “atrapalha” ao não-espírita, ou ao espírita neófito. O que
acontece é que os livros constituem alimento para a alma e ninguém lê
apenas um, tanto quanto ninguém almoça só uma vez na vida... Dessa forma,
lendo um romance aqui, outro ali, mais um acolá, um outro mais além, o
leitor necessariamente formará um quadro mental das sublimes verdades que
os romances espíritas ofertam: Muito de resignação! Muito de Esperança!
Muito da Justiça Divina! Muito de indução à auto-reforma!
CA -
Não acha que está havendo alguma vulgaridade e banalidades nas
publicações por causa do concorrência de mercado?
Eurípedes Kühl -
Sou leitor assíduo de
periódicos espíritas (jornais, revistas, sites na Internet, etc.). Não são
poucos os editorialistas e mesmo jornalistas avulsos que fazem críticas ao
volume de obras espíritas expostas hoje no mercado livreiro. Respondendo
objetivamente à pergunta digo que de fato existem livros que, sobre serem
altamente repetitivos, quase que cópia, causam pena pela falta de esmero
na diagramação e revisão literária e ortográfica. Afirmo, porém, que isso
é minoria e não regra geral.
Nessa questão de reprovar uma obra e dizer com todas as letras qual o
título, quem é o autor, qual a Editora, o risco é de tal monta, que
ninguém assim procede.
O temor de ressuscitar o famigerado “Index Librorum Prohibitorum”, causa
arrepio em 99,99% dos críticos espíritas. Aí, o que temos são sempre
críticas veladas, com cortinas descerradas só quando na intimidade, a
dois.
Eu próprio tive amarga experiência com meu primeiro trabalho psicográfico
que, afinal, logrou ser publicado. Jamais me esquecerei do quanto uma
crítica ácida me magoou, à época. Hoje, com a visão prospectiva que o
tempo oferece, vejo que a crítica tinha mais fundamento do que qualquer
intenção maldosa, pois precisei mesmo realizar várias correções.
Humildade, humildade... virtude tão benéfica e tão deslembrada...
Alongando um pouco essa ardente questão, repito que o crítico deve ser
sincero e enérgico, mas na hora de expressar o que pensa, tem que ser
altamente caridoso e incentivador, jamais acidamente um dinamitador.
CA -
Como o leitor espírita pode se precaver aos abusos?
Eurípedes Kühl -
É impossível alguém saber se
um livro contém ou não abusos, sem o ler.
Jesus ofertou excelente vacina, quando alertou que pelo fruto (provando-o)
se conhece a árvore... Naturalmente, o Mestre se referia ao comportamento
moral, mas sem esforço podemos aplicar o mesmo princípio a todos os
eventos e produtos realizados pelo homem. Para opinar sobre qualquer
assunto, é preciso primeiro conhecê-lo.
Em outras palavras: quando um médium psicógrafo ou um autor encarnado
mantém conduta dentro da moral cristã, é certo que, no primeiro caso,
ofertará boa filtragem mediúnica ao Autor espiritual, e no segundo, terá a
jamais negada companhia de Espíritos bondosos que o inspirarão, e então,
aí teremos não apenas uma, mas várias boas obras. Ressalvamos que ambos —
médiuns e autores —, por humanos, hão de enfrentar períodos existenciais
difíceis, com reflexos na sua produtividade, mas é oportuno nos lembrarmos
também que por mais densas que sejam as nuvens, o Sol está e volta sempre
a brilhar...
CA -
Como relaciona sua obra dentro do universo da produção livreira
espírita no Brasil?
Eurípedes Kühl -
Estarei recompensado se
meu humilde trabalho puder auxiliar a alguém: mesmo num pequeno universo
de leitores, sempre haverá quem que de fato relembre algum apontamento ou
então dele poderá vir a fazer uso próprio.
CA -
Como escritor, qual o papel que a Biblioteca Espírita deve
desempenhar dos Centros Espíritas? Alguma sugestão?
Eurípedes Kühl -
Ah!... as bibliotecas
espíritas! Como eu as amo!
Cito como exemplo o fato da Editora PETIT e Editora Aliança Espírita
incentivarem a criação de novas bibliotecas espíritas, não só nos Centros
Espíritas, mas também para utilização das comunidades: esta é uma dessas
iniciativas que, para mim, dúvidas não existem, fluem por inspiração do
Mais Alto.
CA -
Sobre a formação dos médiuns, o
que mais o senhor poderia nos dizer?
Eurípedes Kühl -
É muito difícil um
médium exercer a tarefa mediúnica sozinho, principalmente no início.
Talvez a primeira providência de uma pessoa que sente de forma evidente
que a psicografia “talvez-mediunidade” esteja visitando-o, a primeira
providência, dizia, será eleger ou formar um grupo amigo de igual intenção
à sua e juntos passarem a estudar com afinco obras espíritas sobre
mediunidade, iniciando inexoravelmente pelo “O Livro dos Médiuns”. Mas
atenção: não é ler os livros. É estudá-los. Se possível, em grupo, pois
das diversas reflexões dos companheiros, irão se concretando na mente
desse talvez-médium as nuances básicas:
a. físicas: pontualidade, assiduidade, dedicação;
b. morais: conhecimento do Espiritismo, das Leis de Deus, do Evangelho de
Jesus.
CA - Uma pergunta especial: Além da eminência do
enfrentamento de algumas nações, a Terra vive um momento atípico, onde as
mudanças climáticas e o comprometimento do meio-ambiente – devastado
impiedosamente – comprometem a própria sobrevivência da humanidade. O que
os mentores espirituais dizem a esse respeito? Estamos às portas do
Apocalipse de João?
Eurípedes Kühl -
A resposta
é escaldante...
Quando estudei o Apocalipse de João, acoplei o que pude captar com algumas
mensagens de mentores espirituais:
Futuro do mundo
(...)
1. “Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já
marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que
não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem
diante de suas tarefas é que Ele vai confiar os postos mais difíceis na
grande obra da regeneração”.
(O Espírito da Verdade, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap XX, item
5).
2. “O século que passa efetuará a divisão das ovelhas do grande rebanho.
Uma tempestade de amarguras varrerá toda a Terra... Depois da treva
surgirá uma nova aurora. Luzes consoladoras envolverão todo o orbe
regenerado no batismo do sofrimento... Não nos esqueçamos de Jesus, cuja
misericórdia infinita, como sempre, será a claridade imortal da alvorada
futura, feita de paz, de fraternidade e de redenção”.
(Espírito Emmanuel, em A Caminho da Luz, Cap XXV, 1ª Ed., 1939, FEB,
RJ/RJ).
3. “Ele (este mundo, a Terra) há chegado a um dos seus períodos de
transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á em planeta de
regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de
Deus”.
(Santo Agostinho, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap III, item
19).
4. “Podemos adiantar ainda que, nos planos espirituais mais próximos da
Terra, se organizam núcleos devotados ao bem e à verdade, sob a égide do
Senhor, de maneira a preparar-se a mentalidade evangélica esperada para o
milênio futuro depois da grande ceifa em que o orbe terá de renovar seus
caracteres”.
(Espírito Emmanuel, em O Reformador, Janeiro/1940, FEB).
CA -
Caso queira acrescentar algo,
fique a vontade.
Eurípedes Kühl -
Agradeço a
gentileza do INSTITUTO ANDRÉ LUIZ ter lembrado do meu nome para esta
entrevista.
Disse eu, certa vez, que a literatura espírita é assim como uma infinita e
luminosa estrada, onde os caminhantes (leitores/internautas) vão
encontrando sombra amiga de árvores, cujos frutos (livros, mensagens,
textos), às margens, testemunham o trabalho voluntário de plantadores
anônimos (autores espirituais, médiuns psicógrafos, autores diversos e
grupos de divulgação na Internet).
Acrescento agora que, nessa estrada, o INSTITUTO ANDRÉ LUIZ, assim como os
demais sites espíritas, representam frondosos pomares.
Ribeirão Preto/SP – Primavera de 2005
Eurípedes Kühl
| Eurípedes Kühl
- Livros Publicados: |
Obras
psicografadas:
O Prisma das Mil faces (Edit.
FONTE VIVA, BH/MG)
O Quartel e o Templo (Idem)
Tráfico – Doloroso Resgate (Idem)
Sempre há uma Esperança (Edit. PETIT, SP/SP)
Infidelidade e Perdão (Idem)
Transplante de Amor (Idem)
Os Tecelões do Destino (Idem)
Saara – Palco de Redenção (Idem)
Almas em Chamas (Edit. LÚMEN, SP/SP)
Jogo – Mergulho no Vulcão (Idem)
Escravos do Ouro (Idem)
Grandes Pontos em Pequenos Contos (edição não completada)
(Novo título e nova editora: Âncoras de Luz, Edit. LEB, Bagé/RS)
Uma Partida de Amor (Edit. PETIT, SP/SP) |
Obras de
própria lavra:
Tóxicos:
Duas Viagens (Edit. FONTE VIVA, BH/MG)
Sexo: Sublime Tesouro (Idem)
Animais, Nossos Irmãos (Edit. PETIT, SP/SP)
Fragmentos da História – Pela Ótica Espírita (Edit. PETIT, SP/SP)
(Edição esgotada)
Genética e Espiritismo (Federação Espírita Brasileira, RJ/RJ)
Centro Espírita: Pronto-Socorro Espiritual (Edit. FONTE VIVA, BH/MG)
Sonhos – Viagens à Alma (Edit. PETIT, SP/SP)
Animais – Amor e Respeito (Edit. LEB, Bagé/RS).
Raio-X do Livro Espírita (Edit. ALIANÇA, SP/SP)
Genética... Além da Biologia (Edit. FONTE VIVA, BH/MG).
(Quase todas essas obras já foram ou estão sendo reeditadas) |
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