Realização:
Instituto André Luiz
Curitiba, Paraná
1999 - 2005
.

ENTREVISTA: Eurípedes Kühl, médium e autor de livros consagrados, quais "Tráfico – Doloroso Resgate" e "Animais, Nossos Irmãos".

Breve apresentação: O médium Eurípedes Kühl nasceu em 21.08.1934, em Igarapava, no Estado de São Paulo. É militar do Exército, hoje na reserva. Casado, dois filhos. Bacharel em Administração de Empresas e Economia. Dedica-se a estudos e pesquisas espíritas, desenvolvendo ensaios e romances, procurando divulgar os ensinamentos de Allan Kardec, aplicados ao cotidiano de nossa vida, sempre em busca de temas atuais.

CA - Eurípedes, espírita desde quando?
Eurípedes Kühl - Desde criança.
Já aos seis anos comecei a freqüentar as aulas de evangelização infantil, permanecendo como aluno até a juventude, tendo ingressado na “mocidade espírita” aos treze anos.

CA - Como era “ser espírita” naquele tempo? Você foi discriminado em algum momento?
Eurípedes Kühl - Difícil. Cursando o então primário, durante a aula semanal de religião — leia-se: de Catolicismo, pois ministrada por um padre —, a professora me mandava sair e eu ia para o pátio do Grupo Escolar, onde ficava sozinho, até acabar a dita aula. Isso porque, ao me matricular, minha família declarou “espírita” à pergunta do formulário, sobre o credo religioso. Daí foi proibido de assistir “aulas de religião” da 2ª à 4ª série... (Na 1ª série isso não aconteceu porque a cursei na Escola Eurípedes Barsanulfo, anexa ao Centro Espírita, na minha cidade natal!).

CA - E as manifestações mediúnicas, quando principiaram?
Eurípedes Kühl - As primeiras manifestações mediúnicas deram-se por volta de 1971/1972.

CA - Espírita desde a infância, qual foi sua motivação para ingressar na carreira militar?
Eurípedes Kühl - Aos dezoito anos, tendo que prestar o serviço militar, optei pelo pára-quedismo militar, sob a motivação de saltar de pára-quedas. No Exército, fui promovido de soldado a capitão, ao longo de trinta e um anos de efetivo serviço castrense, durante os quais tive a felicidade de não vivenciar nenhum conflito, nacional ou internacional.

CA - Encontrou no Exército resistência ou oposição às suas convicções?
Eurípedes Kühl - Não encontrei oposição ou conflito de ordem moral. Ao contrário, tive a feliz oportunidade de, como tenente, participar de um Núcleo da Cruzada dos Militares Espíritas, cuja destinação fundamental era e é divulgar aos colegas de farda que o queiram, os ensinos de Jesus, com a ótica espírita, cristã, essencialmente. Fui muito feliz nessa atividade.

CA - Quais são, atualmente, suas tarefas e funções no Centro Espírita que freqüenta?
Eurípedes Kühl - Por sete anos coordenei o “Curso de Médiuns”. Em 2000 o grupo passou a estudar as obras do Espírito André Luiz “A Vida no Mundo Espiritual” (13 obras), já estamos concluindo a 11ª.
Sempre venho realizando a psicografia, sou passista e ministro cursos.
Fora do C.E. que freqüento realizo também palestras doutrinárias e cursos em vários Centros Espíritas. Sou colaborador de dez sites espíritas na Internet, com participação mensal. Escrevo textos para as Revistas REFORMADOR (Editora FEB) e para Espiritismo&Ciência (Editora Mythos).

CA - As reuniões de psicografia de suas obras literárias são públicas?
Eurípedes Kühl - São reservadas, em grupo de psicógrafos e médiuns de “sustentação vibratória”, em pleno recolhimento, no Centro Espírita.

CA - Qual a periodicidade em que se realizam?
Eurípedes Kühl - Semanalmente, por uma hora. Acompanha-me minha esposa.

CA - Quais são suas recomendações para quem está despertando agora para as percepções mediúnicas?
Eurípedes Kühl - Estudar o “O Livro dos Médiuns”, especialmente e com muita atenção os Cap XIII, XV, XVI e XVII, onde Kardec trata, respectivamente, com detalhes e especificidade, dos temas “psicografia”, “médiuns escreventes”, “médiuns especiais” e “formação dos médiuns”.

CA - Eurípedes: “todos nós somos médiuns”?
Eurípedes Kühl - Foi Kardec, ainda em “O Livro dos Médiuns”, Cap XVI, item 159, que disse que “todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. (...) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns”.
Mediunidade é intercâmbio espiritual/material. Ao emitir um pensamento, quase sempre o ser liga-se a Espíritos, encarnados, e principalmente desencarnados. Por exemplo, tanto o bom pensamento (a prece, uma lembrança agradável, etc), quanto o mau (desejo de vingança, idéias criminosas, etc), necessariamente encontrarão ressonância em outros seres, do plano material e/ou do plano espiritual, daí advindo citado intercâmbio.
O exercício mediúnico específico (psicofonia, psicografia, psicometria, vidência, etc) pressupõe a eclosão de sintomas próprios, indisfarçáveis e inexoráveis, que no tempo certo surgem na vida do médium. Este, adequando tal evento (educação da mediunidade, por estudos e prática mediúnica a benefício do próximo), encontrará a paz — pelo menos, o possível de paz, neste planeta.

CA - Quais são as qualidades necessárias para o exercício da mediunidade e como conquistá-las?
Eurípedes Kühl - Das quatro virtudes apontadas, desmereço três. De verdade verdadeira, só sou mesmo persistente. (Mas sei que até esse comportamento tem que ser administrado com cuidado, pois pode facilmente descambar para o fanatismo ou para a teimosia...).
Qualidades do médium psicógrafo: esse médium precisa ter um permanente comprometimento com a sinceridade: Kardec elucida, com detalhes, em “O Livro dos Médiuns”, que só mesmo multiplicados tempos de dedicação, estudo e desprendimento poderão levar a pessoa à certeza de que está sendo intermediária entre o Plano Espiritual e o material. A propósito, lembro que o maior psicógrafo de todos os tempos — Chico Xavier —, nos primeiros tempos de sua augusta mediunidade, passou pela fase de “treinamentos” (melhor será dizer: estabelecimento da sintonia com os Espíritos aos quais serviria).


CA - Seu trabalho de pesquisa é um referencial muito importante para aqueles que desejam conhecer em síntese determinados temas. Essa tarefa foi inspirada pelos espíritos? Quando iniciou esses estudos?
Eurípedes Kühl - Geralmente, nos livros de minha lavra, um determinado assunto me invade a mente, de inopino, ali permanecendo constante. Então, começo a organizar um arquivo pessoal de notas científicas sobre esse assunto. A seguir, vou às obras da Codificação e às várias fontes bibliográficas espíritas, dali extraindo referenciais espiritualistas, máxime espíritas. Não escrevo uma única palavra. Apenas leio e memorizo. Passadas mais ou menos duas ou três semanas, todo o material coletado se transforma em um livro, que escrevo de um só fôlego, nele expondo o pensamento dos diversos pensadores, mas registrando meu pensamento, minhas reflexões, minhas análises. Nesses momentos, capto sempre um grande amparo, ou “supervisão”, de algum Espírito amigo, irradiando apoio.

CA -  No seu caso, como se dá o processo de recepção mediúnica?
Eurípedes Kühl - Com olhos abertos ou fechados (não preciso de luminosidade) vejo os fatos por visão mental, em processo dinâmico, ininterrupto, exigindo presteza na construção fraseológica, que é sempre minha. De nada adiantava eu indiretamente interferir (como fazia de início...) imaginando “sugestões inconscientes” sobre os acontecimentos seguintes, porque o processo invariável tem sido o de que o que vou “vendo” nada tem a ver com o que, sem querer, “roteirizo”. Hoje, com grande esforço, consegui eliminar essa intervenção. Durante a prática mediúnica meus sentidos físicos ficam com ação reduzida e um detalhe interessante ocorre: meus olhos ficam cheios de lágrimas, que não se derramam. Isso é quase um aval!

CA -  Como você vê o conteúdo intrínseco dos livros espíritas que estão sendo escritos e editados atualmente?
Eurípedes Kühl - Não sou exegeta, mas também não sou folha solta na correnteza literária espírita. Opino que, modo geral, é muito bom que novos médiuns e novos autores estejam surgindo no horizonte terreno, com expressiva quantidade de obras. Isso é altamente salutar. Não obstante, a mim me parece que está havendo pressa em editar os livros espíritas e isso é prejudicial à qualidade da mensagem neles registradas, pois todo e qualquer livro é como uma fruta sem cultivo (colhida antes do tempo), que tende a desagradar ao paladar. No caso, o “cultivo” do livro seria representado por experientes análises e revisões.

CA - Psicometria: apesar das pesquisas científicas de Ernesto Bozzano, tão conclusivas e bem expressas em ‘Enigmas da Psicometria’, essa percepção mediúnica ainda é cercada de muitas interrogações. Essa mediunidade faz parte de suas qualificações pessoais?
Eurípedes Kühl - Por duas vezes, estando em locais diferentes, tive a premonição de fatos gravosos que aconteceriam ali e que vieram mesmo a acontecer. Seria essa a psicometria ligada ao futuro, que Bozzano cita na referida obra (no item “Conclusões”, à p. 106 da 3ª Ed., 1991, FEB, RJ/RJ). Depois dessas duas experiências, nenhuma outra similar.

CA - E os romances espíritas e em geral? Você acredita que há obras que mais atrapalham do que ajudam os leitores não-espíritas?
Eurípedes Kühl - Vejo (leio) os romances de forma agradabilíssima. Sou romântico, por isso suspeito para opinar com total isenção. Mas não diria que esse ou aquele romance “atrapalha” ao não-espírita, ou ao espírita neófito. O que acontece é que os livros constituem alimento para a alma e ninguém lê apenas um, tanto quanto ninguém almoça só uma vez na vida... Dessa forma, lendo um romance aqui, outro ali, mais um acolá, um outro mais além, o leitor necessariamente formará um quadro mental das sublimes verdades que os romances espíritas ofertam: Muito de resignação! Muito de Esperança! Muito da Justiça Divina! Muito de indução à auto-reforma!

CA - Não acha que está havendo alguma vulgaridade e banalidades nas publicações por causa do concorrência de mercado?
Eurípedes Kühl - Sou leitor assíduo de periódicos espíritas (jornais, revistas, sites na Internet, etc.). Não são poucos os editorialistas e mesmo jornalistas avulsos que fazem críticas ao volume de obras espíritas expostas hoje no mercado livreiro. Respondendo objetivamente à pergunta digo que de fato existem livros que, sobre serem altamente repetitivos, quase que cópia, causam pena pela falta de esmero na diagramação e revisão literária e ortográfica. Afirmo, porém, que isso é minoria e não regra geral.
Nessa questão de reprovar uma obra e dizer com todas as letras qual o título, quem é o autor, qual a Editora, o risco é de tal monta, que ninguém assim procede.
O temor de ressuscitar o famigerado “Index Librorum Prohibitorum”, causa arrepio em 99,99% dos críticos espíritas. Aí, o que temos são sempre críticas veladas, com cortinas descerradas só quando na intimidade, a dois.
Eu próprio tive amarga experiência com meu primeiro trabalho psicográfico que, afinal, logrou ser publicado. Jamais me esquecerei do quanto uma crítica ácida me magoou, à época. Hoje, com a visão prospectiva que o tempo oferece, vejo que a crítica tinha mais fundamento do que qualquer intenção maldosa, pois precisei mesmo realizar várias correções. Humildade, humildade... virtude tão benéfica e tão deslembrada...
Alongando um pouco essa ardente questão, repito que o crítico deve ser sincero e enérgico, mas na hora de expressar o que pensa, tem que ser altamente caridoso e incentivador, jamais acidamente um dinamitador.

CA - Como o leitor espírita pode se precaver aos abusos?
Eurípedes Kühl - É impossível alguém saber se um livro contém ou não abusos, sem o ler.
Jesus ofertou excelente vacina, quando alertou que pelo fruto (provando-o) se conhece a árvore... Naturalmente, o Mestre se referia ao comportamento moral, mas sem esforço podemos aplicar o mesmo princípio a todos os eventos e produtos realizados pelo homem. Para opinar sobre qualquer assunto, é preciso primeiro conhecê-lo.
Em outras palavras: quando um médium psicógrafo ou um autor encarnado mantém conduta dentro da moral cristã, é certo que, no primeiro caso, ofertará boa filtragem mediúnica ao Autor espiritual, e no segundo, terá a jamais negada companhia de Espíritos bondosos que o inspirarão, e então, aí teremos não apenas uma, mas várias boas obras. Ressalvamos que ambos — médiuns e autores —, por humanos, hão de enfrentar períodos existenciais difíceis, com reflexos na sua produtividade, mas é oportuno nos lembrarmos também que por mais densas que sejam as nuvens, o Sol está e volta sempre a brilhar...

CA - Como relaciona sua obra dentro do universo da produção livreira espírita no Brasil?
Eurípedes Kühl - Estarei recompensado se meu humilde trabalho puder auxiliar a alguém: mesmo num pequeno universo de leitores, sempre haverá quem que de fato relembre algum apontamento ou então dele poderá vir a fazer uso próprio.

CA - Como escritor, qual o papel que a Biblioteca Espírita deve desempenhar dos Centros Espíritas? Alguma sugestão?
Eurípedes Kühl - Ah!... as bibliotecas espíritas! Como eu as amo!
Cito como exemplo o fato da Editora PETIT e Editora Aliança Espírita incentivarem a criação de novas bibliotecas espíritas, não só nos Centros Espíritas, mas também para utilização das comunidades: esta é uma dessas iniciativas que, para mim, dúvidas não existem, fluem por inspiração do Mais Alto.

CA - Sobre a formação dos médiuns, o que mais o senhor poderia nos dizer?
Eurípedes Kühl - É muito difícil um médium exercer a tarefa mediúnica sozinho, principalmente no início. Talvez a primeira providência de uma pessoa que sente de forma evidente que a psicografia “talvez-mediunidade” esteja visitando-o, a primeira providência, dizia, será eleger ou formar um grupo amigo de igual intenção à sua e juntos passarem a estudar com afinco obras espíritas sobre mediunidade, iniciando inexoravelmente pelo “O Livro dos Médiuns”. Mas atenção: não é ler os livros. É estudá-los. Se possível, em grupo, pois das diversas reflexões dos companheiros, irão se concretando na mente desse talvez-médium as nuances básicas:
a. físicas: pontualidade, assiduidade, dedicação;
b. morais: conhecimento do Espiritismo, das Leis de Deus, do Evangelho de Jesus.


CA - Uma pergunta especial: Além da eminência do enfrentamento de algumas nações, a Terra vive um momento atípico, onde as mudanças climáticas e o comprometimento do meio-ambiente – devastado impiedosamente – comprometem a própria sobrevivência da humanidade. O que os mentores espirituais dizem a esse respeito? Estamos às portas do Apocalipse de João?
Eurípedes Kühl - A resposta é escaldante...
Quando estudei o Apocalipse de João, acoplei o que pude captar com algumas mensagens de mentores espirituais:
Futuro do mundo
(...)
1. “Deus procede, neste momento, ao censo dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos, pois aos que não recuarem diante de suas tarefas é que Ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração”.
(O Espírito da Verdade, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap XX, item 5).
2. “O século que passa efetuará a divisão das ovelhas do grande rebanho. Uma tempestade de amarguras varrerá toda a Terra... Depois da treva surgirá uma nova aurora. Luzes consoladoras envolverão todo o orbe regenerado no batismo do sofrimento... Não nos esqueçamos de Jesus, cuja misericórdia infinita, como sempre, será a claridade imortal da alvorada futura, feita de paz, de fraternidade e de redenção”.
(Espírito Emmanuel, em A Caminho da Luz, Cap XXV, 1ª Ed., 1939, FEB, RJ/RJ).
3. “Ele (este mundo, a Terra) há chegado a um dos seus períodos de transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á em planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de Deus”.
(Santo Agostinho, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap III, item 19).
4. “Podemos adiantar ainda que, nos planos espirituais mais próximos da Terra, se organizam núcleos devotados ao bem e à verdade, sob a égide do Senhor, de maneira a preparar-se a mentalidade evangélica esperada para o milênio futuro depois da grande ceifa em que o orbe terá de renovar seus caracteres”.
(Espírito Emmanuel, em O Reformador, Janeiro/1940, FEB).

CA - Caso queira acrescentar algo, fique a vontade.
Eurípedes Kühl - Agradeço a gentileza do INSTITUTO ANDRÉ LUIZ ter lembrado do meu nome para esta entrevista.
Disse eu, certa vez, que a literatura espírita é assim como uma infinita e luminosa estrada, onde os caminhantes (leitores/internautas) vão encontrando sombra amiga de árvores, cujos frutos (livros, mensagens, textos), às margens, testemunham o trabalho voluntário de plantadores anônimos (autores espirituais, médiuns psicógrafos, autores diversos e grupos de divulgação na Internet).
Acrescento agora que, nessa estrada, o INSTITUTO ANDRÉ LUIZ, assim como os demais sites espíritas, representam frondosos pomares.

Ribeirão Preto/SP – Primavera de 2005
Eurípedes Kühl

Eurípedes Kühl - Livros Publicados:
Obras psicografadas:
O Prisma das Mil faces (Edit. FONTE VIVA, BH/MG)
O Quartel e o Templo (Idem)
Tráfico – Doloroso Resgate (Idem)
Sempre há uma Esperança (Edit. PETIT, SP/SP)
Infidelidade e Perdão (Idem)
Transplante de Amor (Idem)
Os Tecelões do Destino (Idem)
Saara – Palco de Redenção (Idem)
Almas em Chamas (Edit. LÚMEN, SP/SP)
Jogo – Mergulho no Vulcão (Idem)
Escravos do Ouro (Idem)
Grandes Pontos em Pequenos Contos (edição não completada)
(Novo título e nova editora: Âncoras de Luz, Edit. LEB, Bagé/RS)
Uma Partida de Amor (Edit. PETIT, SP/SP)
Obras de própria lavra:
Tóxicos: Duas Viagens (Edit. FONTE VIVA, BH/MG)
Sexo: Sublime Tesouro (Idem)
Animais, Nossos Irmãos (Edit. PETIT, SP/SP)
Fragmentos da História – Pela Ótica Espírita (Edit. PETIT, SP/SP)
(Edição esgotada)
Genética e Espiritismo (Federação Espírita Brasileira, RJ/RJ)
Centro Espírita: Pronto-Socorro Espiritual (Edit. FONTE VIVA, BH/MG)
Sonhos – Viagens à Alma (Edit. PETIT, SP/SP)
Animais – Amor e Respeito (Edit. LEB, Bagé/RS).
Raio-X do Livro Espírita (Edit. ALIANÇA, SP/SP)
Genética... Além da Biologia (Edit. FONTE VIVA, BH/MG).
(Quase todas essas obras já foram ou estão sendo reeditadas)
 
Lori Marli dos Santos
contato@institutoandreluiz.org
.
       
         
   

DISCUTA ESTA ENTREVISTA EM NOSSO FÓRUM!
Para participar é necessário registro.
Registro significa segurança para todos.
É rápido e fácil. Link no Fórum.

   
         
Canal Aberto

Homepage