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Francisco
Cândido Xavier, ou Chico Xavier, foi
o médium mais conhecido e respeitado, por
espíritas e não-espíritas, no Brasil e no exterior, e com maior tempo de
atividade mediúnica. Nascido na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais, em 02
de Abril de 1910, desencarnou em Uberaba, aos 92 anos, no dia 30 de junho de
2002.
Iniciou-se no Espiritismo ao 17 anos. Auxiliado pelo irmão José Cândido
Xavier, fundou o Centro Espírita Luiz Gonzaga, em maio de 1927. Em 8 de julho
do mesmo ano, psicografou pela primeira vez, recebendo uma mensagem de 17
páginas, de um Espírito Amigo, e que versava sobre Deveres Espíritas.
Mas José Xavier adoeceu, vindo a falecer em seguida, e o médium, sempre
assediado por multidões súplices e sofredoras e rodeado de amigos e
admiradores, chegou a trabalhar sozinho, por muito tempo, entre perseguições e
preconceitos, por absoluta falta de companheiros.
No final de 1931, conheceu Emmanuel, seu luminoso guia, e a partir daí
iniciou-se o que se pode chamar de "sublime ponte" entre o Céu e a Terra. Sob
a sua orientação espiritual, Chico Xavier psicografou milhares de páginas de
instrução, educação e consolo, ditadas por inúmeros Espíritos, e compiladas em
quatrocentos e doze (412) livros, sendo que o últimos foram "Traços de Chico
Xavier", livro de poesias, em 1997, "Caminho Iluminado", do espírito Emmanuel,
em 1998 e finalmente o último livro, "Escada de Luz". Muitos destes livros,
inclusive em braile, foram traduzidos para línguas quais o inglês, o espanhol
e o esperanto.
A renda da venda dos livros, uma admirável fortuna, foi, desde o início,
totalmente doada em favor de hospitais, asilos, orfanatos e outras
Instituições Beneficentes, vivendo Chico Xavier de seu parco salário de
humilde funcionário público.
A máxima de Jesus: "Dai de graça o que de graça recebestes" foi o lema deste
formidável trabalhador cristão, no trato com o dinheiro havido de sua
mediunidade abençoada.
Mesmo doente e em idade avançada, compareceu, sempre que possível, aos sábados
à noite, no Grupo Espírita da Prece, para receber as centenas de pessoas que
se comprimiam no local, ansiosas por uma palavra de carinho, que ele tinha
sempre para todos, e por seu gesto de amor, uma característica especial: o
beijo terno nas mãos que o procuravam.
(Lori Marli dos Santos, Biografia exclusiva do Site Espírita André Luiz)
| Mais
informações sobre Chico Xavier, sua vida, sua mediunidade e livros publicados: |
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(Ainda em construção mas já
disponibilizando um bom acervo de fotos, inclusive as últimas de Chico)
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CHICO XAVIER:
ÚLTIMO ENCONTRO
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É
noite de sábado de um novembro quente, ano de 1998.
Estamos em Uberaba, uma amiga e eu. Agradavelmente envolvidas pela expectativa
de rever o Chico, nos dirigimos até o Grupo Espírita da Prece.
Uma saudade imensa do querido médium levou-nos até ele, mas, lá chegando, penso que o Brasil inteiro sentiu a mesma saudade.
São 18:30 horas quando adentramos o Centro. Portões abertos, vemos que muita
gente já se comprime lá dentro. Junto à entrada do salão, cuja porta ainda se
encontra fechada, dezenas de pessoas sentadas no chão, em fila, formam uma
alegre serpente humana. Outras, menos ansiosas, compram camisetas com estampas
do Chico, escolhem livros e comem e bebem na pequena lanchonete, posicionada à
direita de quem entra (a coxinha é deliciosamente apimentada!). Ou
simplesmente passeiam distraídas pelo pequeno jardim, aguardando o início dos
trabalhos e suscitando cômico desespero num jovem trabalhador da Casa,
encarregado, obviamente, de tomar conta do gramado.
- Tudo bem com o senhor, seu doutor? - diz ele, sorridente, ao visitante
descuidado, sibilando em seguida: - E a grama, aí embaixo, está macia?
- Opa! Desculpe...
E lá vai o jovenzinho em sua faina ingrata de arredar de cima da "sua grama"
as centenas de pessoas que se acotovelam, sem conforto algum, por todos os
lugares, à espera do Chico.
E afinal, o Chico, vem ou não vem? Será que abraçaremos o querido médium ou,
frustradas, retornaremos à Curitiba de mãos abanando?
"Parece que está muito doente, acho que não vem, não."
"Ouvi dizer que ele vem."
"O Chico tem vindo todos os sábados, mas parece que não passou bem a
semana..."
Os comentários se sucedem e a expectativa cresce com a freqüência. Ônibus
lotados despejam infinidades de rostos junto à entrada e o calor começa a
incomodar. Moscas voejam à vontade sobre nossas cabeças, enquanto procuramos
não perder nosso lugar na fila.
Por volta das 20 horas, ouvem-se palmas, gritos e uma onda de alegria varre a
multidão: o Chico chegou. O velho e alquebrado médium, reunindo forças sabe
Deus de onde, comparece da forma como o faz, há setenta anos: sorrindo e
acenando para o povo, que lhe vem ao encontro. Criança feliz, parece agradecer
ao Senhor a dádiva de estar ali, oportunizando uma nova lição para todos.
E o povo, quase em lágrimas, dando graças e orando, aguarda o instante de
entrar e assentar-se.
Há gente demais, todavia. E poucos conseguem ingressar no acanhado salão.
Enquanto é efetuada a leitura do Evangelho (A necessidade da Caridade segundo
São Paulo, Cap. XV, item 6), para poucos "privilegiados", lá fora, onde também
estamos, a revolta começa a tomar corpo entre os excluídos, e a ânsia de
entrar descamba para um empurra-empurra perigoso, envolvendo cidadãos
aparentemente acima de qualquer deselegância.
A prece e o pranto alegre de há pouco diluem-se rapidamente por entre as
brumas amargas da decepção... Como aceitar que estão "do lado de fora"?
Conseqüentemente, quando Chico Xavier começa a psicografar, mais aquele povo,
que o aplaudiu pouco antes, se irrita e força passagem. Num minguado pedaço de
chão coberto (5 x 8 mts, mais ou menos) cerca de uma centena de pessoas
procura desesperadamente passar à frente umas da outras, usando de empurrões e
cotoveladas. A histeria cresce, obrigando a Casa a suspender os trabalhos.
Ouvem-se gritos e risadas, enquanto o objetivo de muitos é invadir o salão a
qualquer preço.*
Pergunto à algumas daquelas pessoas por que estão agindo dessa forma, nos
empurrando, passando a força à nossa frente, nos ferindo, inclusive, e todas
elas respondem, convictas: "Precisamos ver o Chico!"
Alguns abandonam o lugar, e também nós nos decidimos prudentemente por uma
retirada estratégica. Melhor beber um refrigerante e aguardar a oportunidade
de abraçar o Chico, começando novamente pelo começo, ou seja: no final da
fila.
Mas lá na frente, onde estávamos, a situação fica insustentável. Temendo seu
agravamento, um trabalhador da Casa toma do microfone e chama o povo aos
brios, recordando-lhes o lugar onde se encontram. Se não ficarem quietos, diz,
Chico Xavier irá embora. Chico Xavier irá embora, repete, se continuarem
insistindo em entrar a força. Depois do silêncio estabelecido, pergunta
sucintamente:
- O que vocês vieram buscar aqui? Hein? O que vocês vieram buscar aqui?
O grupo se recompõe, aparentemente envergonhado, entre pigarros e risadinhas.
Aquilo é algo que eu jamais vira e jamais imaginara acontecer. Hoje,
tantos anos depois, analisando os fatos, nem me passa pela cabeça culpar
aquelas pessoas. Elas apenas queriam o Chico. Mais que ponte, Chico era
porta inequívoca à esperança e à felicidade... Pode parecer tolo, mas
para aquela gente, Chico era a porta para Deus... Como não desejar
tocá-lo, ouvir dele uma palavra confortadora, uma revelação, uma notícia
dos amados que partiram, a certeza de que Deus não abandona ninguém?
Mais alguns minutos, e recomeça a psicografia. Finda a tarefa, encerra-se a
reunião com uma prece, efetuando-se a seguir a leitura das mensagens grafadas.
Emmanuel comparece através de uma médium da mesa, doando-nos bela mensagem
sobre a Caridade.
Seu traço inconfundível, na construção das palavras, surge encantador e
objetivo nos conceitos emitidos, mas a expectativa real gira em torno do
Chico.
O microfone então é passado para ele e, lá fora, o silêncio é quase palpável.
De quem será a mensagem psicografada? Qual o seu conteúdo? Para "quem" é
dirigida?
E Chico Xavier começa:
"Evangelização.
*
"Quando o Senhor já estava na cruz, entre os dois companheiros, vendo seu
amado povo de Israel, com alguns soldados romanos, em perturbação, sem rumo e
sem paz, a gritar: "Crucifica!", ei-lo que exclama: "Perdoa-lhes, meu Pai,
porque não sabem o que fazem..."
Chico lê com enorme dificuldade, fazendo longas pausas, e quase não
conseguimos entendê-lo..
"... no século 20, somos induzidos a pensar em muitos autores da crucificação,
que já passaram pela reencarnação 20, 22, às vezes 30 vezes e que continuam,
como tantos outros entes humanos da época do sacrifício do Senhor, mostrando
para nós que o perdão dos Céus foi concedido sob condições e dividido em
estâncias no tempo; obrigando-nos a meditar no aproveitamento dos dias e das
horas, compreendendo a necessidade de Evangelização..."
Estranhamente, o tema não prende a atenção do povo por muito tempo.
Evangelização? Ora, isso é atividade para os Centros Espíritas, nas manhãs de
domingo, coisa para crianças e jovens... Logo, conversas despontam em voz
alta, desinteressadas da leitura, e uma sinfonia de tosses impede a
compreensão de grande parte da mensagem.
Mas, bravamente, Chico continua:
"... necessidade do estudo do Testamento Antigo e dos Evangelhos, para nosso
benefício... Do exame e da tradução das letras sagradas, com as explicações
dos Profetas e dos Apóstolos, de modo que nos edifiquemos nas Leis Divinas..."
"... Todas as famílias devem consagrar determinado dia da semana para
exercitar e compreender o Evangelho, no proveito integral. É imperioso
refletir no perdão do Senhor dentro das possibilidades da existência
terrestre..."
"Rogamos à todos desta reunião o serviço da Evangelização, abrangendo não só
as crianças e os jovens, mas todos os adultos e inclusive os doentes nos
hospitais."
"Somente assim poderemos construir pedaço a pedaço a paz e o amor ao
semelhante; a verdade e o bem, o perdão e a luz, para entalharmos em nossas
vidas o bendito reino de Jesus. " Assinado: Bezerra de Menezes. |
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Início da madrugada, pudemos nos aproximar, finalmente, para o
encontro esperado. Chegando minha vez, a recepcionista alerta,
friamente, que não devo conversar com o Chico: "Apenas cumprimente
e saia", diz ela, muito séria.
Um
pouco decepcionada, e sem saber o que fazer, seguro em silêncio a mão que ele
me estende, sem acreditar no que ouço, então:
- Que bom que você está aqui, minha amiguinha! Sua presença é sempre motivo de
muita alegria para nós, seja bem-vinda! A cidade fica em festa, fica
florida, quando você está aqui!... - diz Chico num carinhoso fio de voz, desobedecendo
por mim as ordens da recepcionista e fazendo rir os demais integrantes da
mesa.
O aperto de mão dura mais tempo e em minha felicidade quero dizer tanta coisa
mas um nó na garganta não permite.
Só consigo balbuciar frases desconexas e dentre elas tenho a certeza de que
disse que estava muito feliz em estar ali com ele.
A mão macia aperta a minha mais uma vez, enquanto os seus olhos me
fixam atentamente, com doçura. Chico não vê? Pois sim! Ali,
naquele momento, frente a frente, Chico me olhou e me viu, os
potentes olhos da alma substituindo os frágeis olhos de carne. |
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"Este
é um momento que preservarei para sempre: a mão amiga de Chico
segurando a minha,
o seu olhar sincero pousado no meu e as palavras carinhosas que
proferiu, dando-me
boas vindas para me ver sorrir..."Lori |
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Encorajada, quero perguntar de André Luiz e por que naquela noite apenas
Emmanuel e Bezerra de Menezes se apresentaram através das belas
mensagens. Onde André Luiz? Onde está? Como está? |
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Chico
parece esperar a pergunta mas não há mais tempo. A fila precisa andar, pessoas
atrás de mim empurram-se suave porém firmemente para fora. Preciso sair. Um
último olhar, o beijo em minha mão e meu beijo na mãozinha doce e
encarquilhada... É o adeus definitivo para esta vida. Saio do salão onde Chico
psicografou as mais belas e notáveis páginas de sua lavra, guardando a certeza
do "nunca mais", não naquele lugar, daquela forma. E, quanto a André Luiz, de
repente vem a misteriosas certeza de que dia desses, sem mais nem menos, terei
notícias de seu paradeiro porque o Chico, com certeza, sabe muito bem o
que eu quis lhe perguntar e ajudará a responder a minha silenciosa e sufocada
pergunta... (© Lori Marli dos Santos
1998 - 2005)*
*
No livro "As vidas de Chico Xavier" (editora Planeta, 2004), seu autor,
Marcel Souto Maior muitas vezes se refere a ocorrências semelhantes, oriundas
de admiradores e necessitados mais exaltados, chegando a classificar o portão
da casa onde o médium viveu até o desencarne, de "o portão mais esmurrado do
país".
*
Transcrevemos aqui o que pudemos captar com nosso
pequeno gravador. Alertamos que a mensagem real pode ser mais longa e conter
palavras ou mesmo frases que não conseguimos capturar, devido ao barulho
ambiente.
*
Como
prevíramos, a partir do ano 200O André Luiz passou a brindar-nos com algumas
mensagens, além de auxiliar-nos a compor a página
ORAÇÃO DIÁRIA, página esta que é o nosso coração e a nossa alegria, pelo
infinito bem que tem proporcionado a todos os que precisam orar antes de
analisar, e pelas dádivas que recolhem, nos perdoando com ternura a imensa limitação
mediúnica.
Problemas de saúde interromperam este intercâmbio há três anos. No entanto,
refeitos, acreditamos que novas mensagens surgirão dia desses. É o que
acreditamos, confiantes. E certamente os amigos desejarão saber: trabalharemos
mediunicamente com André Luiz? Para essa pergunta, temos a reposta na ponta da
língua: acreditamos que André Luiz forneceu aos encarnados o que tinha e era
necessário fornecer, através de Chico Xavier. Se algo mais deverá ser
entregue, o será por determinação do Mais Alto e ao médium que melhor se
adequar ao trabalho. E, na ordem dos bons médiuns à disposição de André Luiz,
nos colocamos, com realismo e humildade, em último lugar.
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Eis algumas das
mensagens ditadas para nós por André Luiz:
AJUDA SEMPRE
Socorre
teus companheiros, sempre que puderes, da maneira que te for possível.
- Se atrito às lides comuns, sê gentil com quem te comunga o clima e o espaço,
ofertando teu coração nos gestos e nas palavras, certo de que ages, mesmo que
em círculo restrito, à feição de lavrador a cultivar, zeloso, imensa gleba.
- Se dedicada às tarefas espíritas, doa de ti as energias necessárias à
movimentação profilática e curativa, no amparo aos encarnados e desencarnados
que afluem ao ambiente buscando socorro e pacificação, através da atitude
espontânea no bem.
No passe, efetue a doação do amor que já sabes nutrir por teu semelhante,
através das mãos amigas, sem pré-julgamentos, compreendendo sempre que cada um
dá o que tem e cada um recebe o que pode, dentro das leis que regem nossas
disposições íntimas.
*
Nunca estás
só.
Sabendo disso, ajuda sempre.
Em toda e qualquer movimentação de tua parte, hás de fornecer aos outros o que
já possuis em ti.
Sê, assim, vigilante severo de tuas mentações, como quem guarda precioso
receptáculo, pois dele verterá, inelutavelmente, para os outros, aquilo que
és, com tua plena responsabilidade.
André Luiz
(Médium Lori MD. dos
Santos) Sociedade Espírita Mensageiros da Paz, Curitiba, 01/agosto/2001)
PARA SER
FELIZ
Não te
descuide
da hora livre;
da conversa banal;
da amizade de ocasião;
da distração vaga;
do pensamento solto;
do olhar displicente;
da emoção livre;
da relação informal.
Para que
depois
não te assalte o ócio;
não te martirize o tédio:
não te aflija o remorso;
não te fira a solidão;
não te surpreenda o desprezo;
não te domine o vício;
não te curve o fracasso;
não se desfaça a alegria.
André Luiz
(Médium Lori M.D. dos Santos, COEM - Curso de Orientação e Educação
Mediúnica
Sociedade Espírita Mensageiros da Paz, Curitiba, agosto/2000)
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SAÚDE
Se queres
saúde:
- faça o bem;
- sorria muito;
- largue o vício;
- anote as belezas do dia;
- dê um tom de beleza ao seu lar;
- vigie a alimentação;
- plante uma flor;
- mime-se vez em quando;
- não descuide da aparência;
- ouça boa música;
- respire ar puro sempre que possível;
- respire pausadamente;
- cultive o bom humor;
- cultive amigos;
- perdoe sempre. |
(Médium Lori
M.D. dos Santos, COEM - Curso de Orientação e Educação Mediúnica
Sociedade Espírita Mensageiros da Paz, Curitiba, Maio/2000)
Mensagem de Ano Novo
Para ser feliz,
próspero,
vencedor,
receber amores e dádivas,
bênçãos e distinções,
podes formular votos,
tecer esperanças,
alinhavar projetos,
enumerar decisões,
vestir cores certas,
brindar à sorte.
Porém,
se no coração,
o homem velho prossegue,
se o ontem ainda te governa,
se melhoras apenas te farão,
mais forte no que te é dispensável,
então prosseguirás,
ano após ano,
imerso no mesmo tempo,
estacionário,
por livre e espontânea vontade,
de um eterno ano velho,
passado.
André Luiz
(Instituto André Luiz, Psicografia Lori M.D dos Santos, 27.12.2003)
LOCAIS PARA
VISITAÇÃO EM UBERABA
Residência, hoje transformada em Museu
Rua Dom Pedro I , nº165
Bairro: Parque das Américas
Uberaba - MG
Funcionamento: De segunda a sexta das 8:00 as 11:00 e das 13:00 as 17:30 hs;
aos sábados das 8:00 ao 12:00 hs.
Grupo Espírita da Prece de Chico Xavier
Avenida João XXIII, nº1.495
Bairro: Parque das Américas
Funcionamento: todos os sábados a partir das 18:00 hs.
Grupo Assistencial de Chico Xavier
Avenida João XXIII, nº2.246
Bairro: Parque das Américas
Funcionamento: todas as quintas-feiras, jantar para pessoas carentes à partir
das 19:00 hs. E todos os sábados distribuição de alimentos à famílias, à
partir das 14:00 hs.
Cemitério São João Batista
Avenida da Saudade, s/nº
Mausoléu de Chico Xavier se encontra na quadra O.
Livraria F.C.X Ltda. - Livros e Lembranças de Chico Xavier
Rua Dom Pedro I, nº165
Bairro: Parque das Américas
Cep: 38.045-050
Uberaba - MG
Tel: (34) 3336-5967 - Dúvidas sobre horário de funcionamento favor entrar em
contato.
(Fonte:
Site Oficial de Chico Xavier)
Realização (Gráficos e formataçao):
Instituto André Luiz
Som de fundo by
Edmen
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Esteja com Deus,
Chico!
Assim com tu nos dizia sempre:
"Fique com Deus, amiguinha!",
nós te dizemos agora:
"Fique com Deus também,
querido e inesquecível amigo,
aonde quer que estejas!
Teu trabalho não será esquecido,
nós te prometemos!"
Saudade infinita,
Lori & Instituto
30 de junho de 2005 |
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| Loop musical: Ernesto
Cortazar em "L'Adieu" |
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