|
FELICIDADE

Emmanuel
Sábios
existem que asseveram não ser a felicidade deste mundo, mas isso não
quer dizer que a felicidade não seja do homem.
E sabendo nós outros que há diversos tipos de contentamento na
Terra, não podemos ignorar que há um júbilo cristão, do qual não
será lícito esquecer em tempo algum.
A alegria da mente ignorante que se mergulhou nos despenhadeiros do
crime, reside na execução do mal, ao passo que a satisfação do homem
esclarecido, jaz no dever bem desempenhado, no coração enobrecido e
na reta consciência.
Não olvidemos que se o Reino do Senhor ainda não é deste mundo,nossa
alma pode, desde agora, ingressar nesse Divino Reino e aí encontrar
a aventura sem mácula do amor vitorioso sob a inspiração do Celeste
Amigo.
A felicidade do discípulo de Jesus brilha em toda parte,
introduzindo-nos à Benção Maior.
É a benção de auxiliar.
A construção da simpatia fraterna.
A oportunidade de sofrer pela própria santificação.
O ensejo de aprender para progredir na Eternidade.
A riqueza do trabalho.
A alegria de servir, não só com o dinheiro farto ou com a autoridade
respeitável de Terra, mas também com o sorriso de entendimento, com
o pão da boa vontade ou com o agasalho ao doente e à criança.
A felicidade, portanto, se ainda não é deste mundo, já pode residir
no espírito que realmente a procura na alegria de dar de si mesmo,
de sacrificar-se pelo bem comum e de auxiliar a todos, quando Jesus
soube, amando e servindo, subir do madeiro sanguinolento aos
esplendores da Eterna Ressurreição.
(Do livro
"Servidores no Além", Emmanuel, F.C Xavier)
FELICIDADE

André Luiz
Em matéria de
felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo
que amamos.
Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha
mais facilmente para ser feliz como espera ser.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à
felicidade que fizermos para os outros.
A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe
queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida
externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados
complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando
no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse
ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade
e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina
geradora da felicidade.
Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando
o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na
colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que
surgirão no jardim.
ANDRÉ LUIZ
(Do livro "Sinal Verde", 26, FCXavier, CEC) |