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ENTRE A TERRA E O CÉU
Autor Espiritual:
André Luiz
Psicografia:
Francisco Cândido Xavier
Sinopse:
Eurípedes Kühl
Realização:
Instituto André Luiz
Título: "ENTRE A
TERRA E O CÉU" – Edição consultada: 13ª Edição/1990
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo
espiritual de um consagrado médico que exerceu a
Medicina no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
(concluída em 1954).
Edição: Primeira edição em 1954, pela
Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)
Nota: Até 2000 já havia 19 reedições, num
total de 268.000 exemplares
Conteúdo doutrinário:
Esta obra
prima (o trocadilho é proposital) pela singeleza: tem início
com a prece sincera de uma jovem, solicitando proteção da
mãe (desencarnada), a qual não tinha condições de
atendê-la... Aí, então, somos logo esclarecidos quanto à
“prece refratada” (aquela que tem o impulso luminoso
desviado do endereço original, indo, ou melhor, subindo a
Planos Espirituais superiores, de onde o atendimento é
prontamente deflagrado). Dessa forma, “apenas” uma prece
desencadeia todo o texto deste livro.
A trilha narrativa é toda ela embasada na família, no que
ela representa de dramas cotidianos, de conflitos
multiplicados, de processos obsessivos instalados, tudo isso
no lar — mas, sobretudo, fala da Bondade de Deus,
propiciando permanentes oportunidades de reconstrução,
através reajustes, quase sempre dolorosos, mas de benéficos
resultados morais.
O reajuste familiar — talvez o mais fundamental dos
objetivos divinos da reunião consangüínea de seres (a
família) sob um mesmo teto (o lar) — desemboca, invariável e
vitoriosamente na harmonia, na paz e no amor!
O aguilhão da culpa é aqui descrito com cores fortes, num
alerta de fantástico valor pedagógico.
Há, ainda, até onde sabemos, ao menos um ensino espírita
inédito: o referente aos chacras,
Reverberando lições do Mestre Jesus encontramos momentos de
sublime leitura, quando personagens em demorado litígio se
predispõem agora (“enquanto estão a caminho”...) ao perdão,
em lances dramáticos de reconciliação.
A ação protetora do Plano Espiritual, jamais negada aos
encarnados e aos desencarnados é expressão maior nesta obra,
a espelhar o Amor do Criador para com todas as Suas
criaturas.
SINOPSE - Capítulo a capítulo
Cap I – Em torno da prece – O potencial de
atendimento da prece tem infinitos degraus, sendo
diretamente proporcional ao degrau evolutivo daquele que a
faz. Se alguém nutre desejo de perpetrar uma falta não
estará em prece e sim em “invocação”. Para o bem ou para o
mal nossas aspirações sintonizam, respectivamente, mentes
elevadas ou mentes estagnadas na ignorância — a escolha é
nossa, tanto quanto o alcance das conseqüências, felizes ou
infelizes.
Cap II
– No cenário terrestre – Deparamo-nos aqui com uma prece
refratada (comovedora) e aprendemos sobre a relatividade do
livre-arbítrio, ou “fatalidade relativa”. O capítulo mostra
ainda a infeliz teia que prende vários personagens
(encarnados e desencarnados), sendo auxiliados graças ao
apelo feito ao Plano Espiritual por uma jovem bondosa, cuja
encarnação houvera sido organizada em “Nosso Lar”.
Cap
III – Obsessão – Num caso de grave obsessão (entre dois
Espíritos — desencarnado, o obsessor, e encarnado, o
obsidiado) é-nos esclarecido que uma separação brusca entre
ambos, pode ocasionar graves conseqüências para a obsidiado,
talvez a morte do corpo (!).
Cap IV
– Senda de provas – Intenções podem ser atenuantes ou
agravantes para todo aquele que formula idéias e nelas se
fixa. Desejos são forças mentais coagulantes, ensejando
ações venturosas ou de dolorosas resultantes.
Cap V
– Valiosos apontamentos – O mar é fonte inesgotável de
fluidos reconfortantes para enfermos encarnados e
principalmente desencarnados. A enfermidade longa é aqui
mostrada como sendo bênção mal aquilatada pela maioria dos
doentes que por ela passam ou que, em conseqüência, venham a
desencarnar.
Cap VI
– Num lar cristão – Mulher abandonada pelo marido educa
seus filhos dentro da moral cristã. Vemos preciosa reunião
familiar de preces e estudos referentes aos ensinos de Jesus
— principalmente a excelência de benesses desencadeadas pelo
perdão das ofensas.
Cap
VII – Consciência em desequilíbrio – O capítulo
leciona-nos sobre o problema da culpa: um criminoso (no
caso, um Espírito desencarnado) fixou na mente o crime que
cometeu (assassinato) e as últimas expressões da vítima;
vive perturbado há décadas, embora a própria vítima já tenha
até reencarnado. Essa imagem se revitaliza cada dia em sua
memória.
Cap
VIII – Deliciosa excursão – Mães (Espíritos encarnados,
no desdobramento do sono) são levadas por Espíritos
benfeitores ao Plano Espiritual para visitar filhos seus,
desencarnados em pouca idade. O deslocamento, por volitação,
justifica o título do capítulo. O esquecimento do passado
tem aqui vigorosa defesa, por constituir bênção divina, nem
sempre assim considerada.
Cap IX
– No Lar da Bênção – É importante colônia educativa de
Espíritos desencarnados, ainda crianças. Vemos o caso de um
ex-suicida que na reencarnação seguinte morre afogado no
mar. Na Espiritualidade, seu perispírito apresenta profunda
chaga na garganta, que o atormenta sem cessar.
Cap X
– Preciosa conversação – São citados valiosos
ensinamentos referentes aos Espíritos desencarnados quando
ainda crianças. Geralmente, tais Espíritos, em vidas
passadas, eram muito inteligentes, dominadores e egoístas.
Após períodos mais ou menos longos de purgação, recebem a
bênção de nova reencarnação, retornando necessitados de
silêncio e solidão que lhes proporcione desvencilharem dos
envoltórios inferiores em que se enredaram. É citado o
infeliz e largamente praticado ato do “infanticídio
inconsciente e indireto” de terríveis conseqüências para as
mulheres que se comportam “mais fêmeas que mães”, na forte
expressão do capítulo.
Cap XI
– Novos apontamentos – Inércia e trabalho, atraso e
adiantamento espirituais: eis o que leciona este capítulo,
demonstrando o quanto o serviço e o servir são bênçãos.
Recebemos preciosos ensinamentos sobre os templos de oração
(em particular, a visão espiritual das diferentes missas
católicas).
Cap
XII – Estudando sempre – Heranças genéticas (dos pais) e
heranças espirituais (de nós mesmos) são expostas: no
primeiro caso, à luz da lei de sintonia e atração; no
segundo, por merecimento. A dor é vista como concessão do
Pai Celestial, para nosso próprio reajuste (!).
Cap
XIII – Análise mental – O fantástico porvir da cirurgia
psíquica é aqui noticiado. Reflexões sobre Freud (Sigmund
Freud – 1856/1939) apontam a verdade incompleta de sua obra,
na qual há ausência do bálsamo curativo aos problemas da
alma. São explicadas como se processam as modificações do
perispírito, pelas emoções. É citada a realização de uma
regressão espiritual, mas sob rígido controle espiritual.
Cap
XIV – Entendimento – Vítimas e criminosos são postos
frente à frente, sob amparo de Benfeitores espirituais, com
vistas a harmonizarem-se.
Cap XV
– Além do sonho – O sonho, sob a ótica da vigília:
enquanto o corpo se refaz pelo sono, a alma invariavelmente
procura o lugar ou o objeto a que imanta o coração. (Daí a
recomendação espírita de, ao se preparar para dormir, criar
o hábito da oração, precedida de leitura evangélica).
Cap
XVI – Novas experiências – É narrado o encontro, no
Plano Espiritual, de dois encarnados (desdobrados pelo sono)
— um, acusador terrível; o outro, humilde, pedindo perdão.
Os fatos que os unem remontam a passado longínquo.
Cap
XVII – Recuando no tempo – Com auxílio do Espírito
benfeitor, o acusador recobra a memória de vida passada,
onde se vê também criminoso...
Cap
XVIII – Confissão – Temos aqui o depoimento-confissão de
dois Espíritos que se envolverem num drama passional
(atração pela mesma mulher), do que resultaram complicadas e
funestas conseqüências futuras, não só para ambos como para
a própria mulher.
Cap
XIX – Dor e surpresa – O capítulo prossegue no fio
narrativo das reminiscências dos personagens que se
atrelaram em desatinos do passado. Sobressai o ensinamento
de que os Espíritos protetores, visando resolver desavenças
de contendores, proporcionam-lhes, com rígida segurança,
recordações de vidas passadas. Não obstante, tanto no sonho
como na vigília de ambos, impedem a lembrança de
determinados lances. Isso porque, do contrário, o equilíbrio
mental de tais excursionistas ao passado poderia ficar
seriamente comprometido.
Obs: A lição deste capítulo parece-nos trazer um
alerta quanto à TVP (Terapia de Vidas Passadas), no sentido
de que no Plano Espiritual a regressão de memória é feita
com rígido controle e seleção das recordações, algumas das
quais são obstadas. No plano material, quem tem tal
competência?)
Cap XX
– Conflitos da alma – Salvo melhor juízo, este capítulo
inaugura na Literatura Espírita o milenar estudo esotérico
(da filosofia hindu) sobre os 7 (sete) principais chacras —
centros de força — localizados no perispírito. Como
acréscimo, temos valiosas considerações espíritas.
Cap
XXI – Conversação edificante – Reflexões magníficas
sobre a problemática das doenças e da dor, resultantes dos
nossos maus atos, fixando sintomas no psiquismo e fazendo
irromper variadas patologias no corpo físico.
Cap
XXII – Irmã Clara – É-nos mostrada a diferença entre
doutrinar e transformar: no primeiro caso é exigida força
magnética capaz de operar sobre a mente de quem está em
recuperação; no segundo, só o sentimento sublimado (amor) do
doutrinador poderá operar a renovação da alma de quem se
ajuda. A palavra é sempre dotada de energias elétricas
específicas. A voz, uma das mais deslembradas bênçãos
divinas, é também uma das mais mal empregadas. Jamais a
indignação (mesmo que justa, como por exemplo, ante atos
deliberadamente contrários às Leis de Deus) deverá se
manifestar vestida de cólera.
Cap
XXIII – Apelo maternal – Esclarecimentos sobre os danos
causados pelo ciúme. O capítulo expõe como age a força do
amor na transformação de quem alimenta idéias de destruição.
O Espírito protetor, ao ajudar alguém nos descaminhos da
cólera, cita, de passagem, que ele próprio espera, “há vinte
e dois séculos” (!), pela redenção de uma criatura que lhe é
cara, mas que ainda não se inclinou em sua direção.
Cap
XXIV – Carinho reparador – Ceder, no caminho áspero, via
de regra traz recomposição da harmonia em nossas vidas. O
lar não é apenas domicílio de corpos, mas sim, um ninho de
almas, onde a provação e a dor são abençoadas
instrutoras-guias que nos aproximarão mais e mais de Deus.
Cap
XXV – Reconciliação – O poder do perdão, sob a força de
sinceridade plena, opera maravilhas da paz. A oração sem
ação é como flor sem perfume. Pequenas caridades no lar
contribuem para a harmonia doméstica e a alegria dos que ali
residem.
Obs: Aqui, tanto a leitura da narração do Autor
espiritual referente a gestos e fatos nobres, quanto a
moldura da psicografia de F.C.Xavier, fazem com que
dificilmente as lágrimas sejam contidas...
Cap
XXVI – Mãe e filho – Comovente reencontro, no Plano
Espiritual, entre mãe (espiritualmente renovada para o bem)
e o filhinho sofrendo seqüelas do passado, mas sob
assistência de Espíritos protetores. Podemos e devemos
refletir sobre a excelência dos planejamentos
reencarnatórios, elaborados individualmente, mas
proporcionando oportunidades para reajustes de vários
Espíritos, simultaneamente. Novamente o alerta: recordações
do passado não devem ser totalmente despertadas...
Cap
XXVII – Preparando a volta – No Plano Espiritual
permanecem as seqüelas das doenças dos Espíritos que quando
encarnados não somaram condições para delas se libertar.
Vemos aqui parte da movimentação espiritual que precede a
uma reencarnação.
Cap
XXVIII – Retorno – Há absoluta harmonia nas Leis Divinas
(no caso, as reencarnações que trazem sofrimento para o que
nasce e para os pais...). Ontem, alguém inclinou outrem à
queda; hoje, ampara-o no soerguimento... A reencarnação é
tipificada por vários ascendentes, sendo que em casos
especiais o Plano Espiritual adequa cada corpo físico
(através interferência nos cromossomos) ao desempenho de
cada missão — no geral, as reencarnações ocorrem por
automatismo dos princípios embriogênicos (magnetismo dos
pais). É realçado o alto valor da maternidade, na qual a
alma permanece por séculos aperfeiçoando qualidades do
sentimento.
Cap
XXIX – Ante a reencarnação – É explicada cientificamente
a redução perispiritual dos reencarnantes. No Plano
Espiritual, as crianças desencarnadas, na maioria dos casos,
demoram tempo mais ou menos longo para alcançarem
crescimento mental, como ocorre no plano físico. Há
esclarecimentos quanto à hereditariedade genética.
Cap
XXX – Luta por renascer – Vemos aqui o instigante caso
de uma mulher grávida que, pelo contato espiritual com o
filho (este, Espírito com débitos de consciência), sofre a
chamada “enxertia mental”, com reflexos patológicos graves.
Então, por sintonia (reciprocidade entre mãe e filho)
ocorrem os chamados “sinais de nascença”, que são estados
íntimos da futura mãe a se fixarem no futuro filho. São
esclarecidos vários desdobramentos que surgem durante a
gestação.
Obs: Este capítulo, sem demérito dos demais, é
verdadeiramente empolgante.
Cap
XXXI – Nova luta – A reconciliação com os adversários, o
mais depressa possível, é a tônica pedagógica cristã deste
capítulo. O rancor adoece o coração e deixa o Espírito
herdeiro de problemas presentes e futuros. A oração é
remédio infalível quando o caso é de inimigos
insuportáveis...
Cap
XXXII – Recapitulação – O Plano Espiritual sempre
encaminha fatos e pessoas de forma a que as adversidades
sejam transformadas em harmonia. Aproveitar tais
oportunidades será sempre construir os alicerces da paz
íntima.
Cap
XXXIII – Aprendizados – Vidas curtas na matéria podem
representar refazimento perispiritual, para eliminação de
matrizes negativas do passado, impressas no perispírito, por
descaminhos morais. Moléstias longas e complicadas guardam
função específica. Reflexões sobre casamentos imprudentes...
Considerações sobre os anjos de guarda.
Cap
XXXIV – Em tarefa de socorro – Vemos neste capítulo como
o bem produz efeito salutar, gerando merecimento: socorro,
nas horas difíceis de quem praticou a caridade e assim
granjeia inúmeros amigos espirituais.
Cap
XXXV – Reerguimento moral – A bênção da amizade pura
expõe o valor de “um ombro amigo” e de como um afeto
sincero, que aconselha sem julgar, pode amparar aquele que
está em angústias, ferido de remorso.
Cap
XXXVI – Corações renovados – O capítulo sinaliza e
confirma que quando há divergências pessoais e um dos
envolvidos se veste de humildade e oferta entendimento e
perdão, na forma de caridade, desata-se o nó e na alma
brilha o céu da paz, sob o sol do Amor, sem as nuvens da
mágoa ou do ressentimento. E assim, os corações se
renovam...
Cap
XXXVII – Reajuste – Duas mães amparam o mesmo filho! A
mãe encarnada, desajustada por complexo de culpa é levada
(em desdobramento pelo sono) à Instituição Espiritual (“Lar
da Bênção”), onde seu filhinho, após desencarnar, foi
instalado, sob amparo de sua outra mãe (esta, desencarnada),
de vida passada. Esse Espírito (o do filhinho desencarnado)
teve a vida ceifada na infância, por duas vezes, a seu
próprio benefício (refazimento perispiritual).
Cap
XXXVIII – Casamento feliz – Comentários edificantes
sobre o amor. O matrimônio, quando de alma com alma, forja
alicerces da comunhão fraterna e do respeito mútuo. Há
alerta enérgico sobre as afeições impulsivas e as paixões
fugazes, que no casamento, se logo passam, deixam algemas no
cárcere social...
Cap
XXXIX – Ponderações – Na vida, há tempo para plantação e
tempo para colheita. Na colheita de hoje, estaremos
procedendo à reconstrução dos descaminhos nas vidas
passadas. Aí, ressurge paralelamente o tempo de nova e
alvissareira plantação. A maternidade proporciona, no
santuário doméstico, a recomposição das afeições
transviadas. Famílias difíceis representam sempre linhas de
luta benéfica, a serviço da nossa evolução. Servir(!):
privilégio que não devemos esquecer.
Cap XL
– Em prece – Ao final desta inesquecível e suave obra
encontramos uma encantadora e dulcíssima prece que —
perdoem-nos a adjetivação — denominaríamos de “Prece de
Casamento”. A saudade que emana do amor purificado leva a
paz ao coração de quem assim ama, através o som amigo do
vento, o perfume das flores e o brilho das estrelas, com o
aceno da luz eterna.
Personagens citados:
ANDRÉ LUIZ - é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral
por oito anos.
- 1° livro: “NOSSO LAR” – obra literária iniciando fecunda
série, sempre pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Nesse livro, reporta como foi recolhido à Instituição
Espiritual "Nosso Lar" (situada na psicosfera da cidade do
Rio de Janeiro), por interferência de sua mãe.Com
impressionante ineditismo, o livro narra particulari-dades
do Plano Espiritual.
Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao
próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da
volitação.
Informa, ao fim do livro, que recebeu a comenda de "Cidadão
de Nosso Lar".
André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma e de
como a conseqüente evolução espiritual traz intensos
momentos felizes para todo aquele que ajuda ao próximo.
- 2° livro: "OS MENSAGEIROS" - reporta vários aprendizados
que alcançou junto à equipe de auxiliares-aprendizes, no
"Centro de Mensageiros", quando, após estágio e uma viagem à
Crosta, teve oportunidade de pôr em prática as lições
recebidas.
- 3° livro: “MISSIONÁRIOS DA LUZ" - aprimora os
conhecimentos até então auferidos. Estagia com o Instrutor
ALEXANDRE num recinto terrestre, onde se desenrolam inúmeras
atividades mediúnicas.
- 4° livro: "OBREIROS DA VIDA ETERNA" - registra que é a
primeira vez que integra equipe socorrista (de auxílio a
desencarnações), pois até então fora estudante/aprendiz.
- 5° livro: “O MUNDO MAIOR” - agora, focaliza aspectos da
vida no mundo espiritual e do intercâmbio entre
desencarnados e encarnados, especialmente durante o repouso
físico.
- 6º livro: “LIBERTAÇÃO” - um dos maiores equívocos do ser
humano é o de se arvorar em juiz... eis que, na verdade,
quem assim procede, via de regra está projetando em outrem
aquilo mesmo que denigre seu comporta-mento; ao que sofre,
já basta o aguilhão da culpa.
OBS: Citaremos a seguir os nomes dos personagens do livro
"ENTRE A TERRA E O CÉU", colocando entre parênteses: (d) =
desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulo e
página onde são pela primeira vez mencionados.
CLARÊNCIO (d) – I/9 – É um dos 12 (doze) Ministros de “Nosso
Lar”.
HILÁRIO – (d) – I/11 – Colega de A.Luiz em “Nosso Lar”
(quando encarnado, foi médico também)
EULÁLIA – (d) – II/15 – Cooperadora em “Nosso Lar”.
EVELINA – (e) – II/15 – Há 15 anos reencarnou. Vendo o lar
em desarmonia orou à mãe (desencarnada). A prece de Evelina
foi “refratada”.Zulmira, a madastra, sofre remorso de crime
que por ciúme deixou de evitar — a morte de Júlio, seu
enteado, por afogamento, no mar. Júlio era irmão de Evelina.
ODILA (d) – II/15 – Foi mãe de Evelina. Ciumenta. Persegue
Zulmira, que se casou com seu ex-marido e pratica-mente
provocou a morte de Júlio.
ZULMIRA (e) – II/15 – Madrasta de Evelina. Tem profundo
abatimento pela morte de Júlio, da qual se considera culpada
indireta. Sofre assédio espiritual de Odila.
AMARO – (e) – II/15 – Pai de Evelina. Casou-se em segundas
núpcias com Zulmira. Júlio era seu filho.
JÚLIO – (d) – II/15 – Filho de Amaro e Odila. Desencarnou
aos 8 anos, afogado no mar, por omissão de socorro por parte
de Zulmira.
CLARA – (d) – III/22 – Espírito evoluído. É a “Irmã Clara”
do Capítulo XXII.
ANTONINA – (e) – VI/36 – Valorosa mãe de 3 filhos. Marido
abandonou-a.
MARCOS – (d) – VI/36 – Filho de Antonina, morreu aos 8 anos
de idade, de pneumonia.
LISBELA – (e) – VI/37 – Filha de Antonina. É criança, ainda.
HENRIQUE – (e) – VI/37 – Filho de Antonina. É adolescente.
HAROLDO – (e) – VI/38 – Filho de Antonina. É adolescente.
LEONARDO PIRES – (d) – VII/47 – Necessitando de ajuda
espiritual, estacionou no lar de Antonina, sua neta. É
dementado. Desencarnou na Guerra do Paraguai (1860-1865), de
cujas lembranças cita vários personagens: Lola Ibarruri
(atual Antonina) / General Polidoro / Esteves (atual Mário
Silva) / Príncipe Gastão de Orleães / Marechal Guilherme
Xavier de Souza. Leonardo envenenou Esteves.
BLANDINA – (d) – IX/57 – Espírito protetor, em serviço no
“Lar da Bênção”, que atende cerca de 2.000 Espíritos
desencarnados ainda criança. Blandina cuida de 12 deles.
Obs: Pelo livro “Meimei – Vida e Mensagem”, 1994, Edit.O
Clarim, de três autores encarnados e com algumas mensagens
psicografadas por F.C.Xavier, ficamos sabendo que Blandina é
o Espírito Meimei, citado em várias psicografias de
F.C.Xavier e que quando encarnada (22.10.1922-01.10.1946) se
chamava Irmã de Castro, recebendo o nome “Meimei” pelo seu
marido.( Meimei = expressão chinesa que significa “amor
puro”).
MARIANA – (d) – IX/57 – Avó de Blandina.
AUGUSTO e CORNÉLIO – (d) – IX/58 – Espíritos benfeitores que
amparam o “Lar da Bênção”.
MÁRIO SILVA – (e) – XV/94 – Enfermeiro. É o personagem
Esteves, das reminiscências de Leonardo Pires, sobre a
Guerra do Paraguai. Ambos disputavam a mesma mulher (Lola
Ibarruri, atual Antonina). (Esteves foi envenenado por
Júlio).
MINERVINA – (e) – XV/98 – Mãe de Mário Silva. Mãe prestimosa
de seis filhos.
Frei FIDÉLIS (Capuchinho) – XVII/106 – Personagem do tempo
da Guerra do Paraguai, citado por Mário Pires, em
desdobramento pelo sono.
LINA FLORES – XVII/107 – Então esposa de Esteves (atual
Mário Silva) no tempo da Guerra do Paraguai. Atualmente é
Zulmira. Ao tempo da Guerra do Paraguai cometeu adultério
(uniu-se a Julio).
ARMANDO (atual Amaro) e JÚLIO – XVII/107 – Personagens
citado por Esteves, ao tempo da Guerra do Paraguai. Ambos se
envolveram com Lina (então esposa de Esteves/Mário Silva).
Madre PAULA – (d) – XXXIV/222 – Protetora espiritual a
serviço de caridade em hospital de doentes encarnados.
LUCAS – (e) – XXXVIII/254 – Irmão de Antonina. Namora
Evelina, com a qual há programação espiritual de se casar.
TERMOS POUCO USADOS:
A título de colaboração, registramos abaixo o significado
ou origem de alguns termos pouco usados, que eventualmente
aparecem ao longo do texto de “Entre a Terra e o Céu”:
|
TERMOS |
CAPÍTULO |
PÁGINA |
S I G N I F I C A D O |
|
(descem)
a flux |
I |
10 |
(locução
adverbial) = em abundância; a jorros |
|
Valetudinário |
VII |
48 |
(adj. e
subst.masc.) = diz-se do indivíduo de compleição
muito fraca; doentio* |
|
(cantante) dilúculo |
VIII |
51 |
(subst.masc.)
= crepúsculo matutino; alvorada |
|
(crianças) gárrulas |
VIII |
55 |
(adj.) =
que cantam muito; tagarelas |
|
pevides
(secas) |
X |
62 |
(subst.fem.)
= sementes de vários frutos carnosos |
|
crestando
(flores) |
XIV |
87 |
(do verbo
crestar) = tostar; queimar à superfície, de leve |
|
catadura |
XV |
94 |
(subst.fem.)
= aparência; aspecto; semblante |
|
tapizava
(de flores) |
XXII |
135 |
(do verbo
tapizar) = atapetar; ornar de tapetes |
|
diplofonia |
XXII |
139 |
(subst.fem.)
= perturbação da voz (dois sons, simultâneos, na
laringe) |
|
revérberos |
XXIII |
141 |
(subst.masc.)
= reverberações; reflexos; efeitos da luz refletida |
|
(repetiam) à uma |
XXVII |
166 |
(locução
adverbial) = ao mesmo tempo; simultaneamente |
|
engulhos |
XXX |
189 |
(subst.masc.)
ânsias; náuseas (fig: desejos, tentações) |
|
garrotilho |
XXXI |
192 |
(subst.masc.)
= crupe diftérico |
|
pintalgado de estrelas* |
LX |
266 |
(do verbo
pintalgar) = pintar de cores variadas |
*
inválido.
* o firmamento
RIBEIRÃO PRETO/SP
Eurípedes Kühl – Responsável
SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Ribeirão Preto/SP
|