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LIBERTAÇÃO
Autor Espiritual: André Luiz
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Sinopse: Eurípedes Kühl
Realização: Instituto André Luiz

Título: "LIBERTAÇÃO" – Edição consultada: 6ª Edição/1974
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em 1949).
Edição: Primeira edição em 1949, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)
Nota: Até 2002 já haviam 25 reedições, num total de 299.000 exemplares

Conteúdo doutrinário:
Este livro trata das culpas advindas a todos aqueles — encarnados e desencarnados — que trilharam pelos descaminhos morais, prejudicando a si mesmos e ao próximo. Como a evolução espiritual é Lei Divina, chega o tempo da inexorável prestação de contas, a partir do tribunal da própria consciência. Enquanto o arrependimento não brota no culpado, por sintonia ele será situado em tormentoso clima astral onde encontrará milhares de Espíritos similares. Porém, alguns desses — obsessores poderosos e cruéis — arvoram-se em juízes implacáveis que em razão da culpa dos mais fracos disso se valem para escravizá-los. A forma como isso acontece é aqui narrada de forma esclarecedora, quanto chocante.
As descrições dos abismais ambientes das trevas onde estão tais Espíritos caídos no mal causam fortíssima impressão, mas constituem preciosa lição de como até ali o Amor de Deus e a Caridade de Jesus e seus Prepostos se faz presente a todos quantos manifestem mínima vontade de mudar de rota, abandonando o mau proceder.
Os distúrbios físico-psíquicos-espirituais são analisados nos Planos Espiritual e Material, com detalhamento de alto impacto aos leitores, funcionando esta obra como enérgico alerta a todos nós, criaturas ainda nas duras lutas do auto-aperfeiçoamento moral.
Não adiantando análises ou reflexões, mas apenas em face do que temos visto no Movimento Espírita, talvez nos seja permitido imaginar que determinadas informações (caso da segunda morte e dos ovóides, por exemplo) causem estranheza e dificuldade de aceitação a alguns espíritas. Não obstante, pedimos licença a esses para sugerir-lhes que dêem crédito ao Tempo, que desata todo e qualquer nó, jamais deixando a verdade submersa.

SINOPSE - Capítulo a capítulo
Cap I – Ouvindo elucidações –
São citados vultos históricos que embora plenos de boas intenções, no entretanto não lograram semear a paz e a fraternidade. É dito que a Espiritualidade estuda a energia atômica (estávamos em 1949!) em aspectos inimagináveis para os encarnados. Há exortação de auxílio às almas caídas (de desencarnados), agrupadas em regiões trevosas de terrível aspecto.

Cap II – A palestra do Instrutor – O capítulo trata dos Espíritos desencarnados voltados para o mal: organizam e dirigem cidades espirituais onde almas caídas se refugiam, fugindo “envergonhadas de si mesmas”. São “filhos das trevas que se aglomeram, escorando-se, aos milhares, uns nos outros...”.

Cap III – Entendimento – Sublimes lições de renúncia e gratidão. Cita-se que as desarmonias da Terra são consideradas em tribunais mais altos do que possamos imaginar... A riqueza material é configurada como prova perigosa e aflitiva.

Cap IV – Numa cidade estranha – Há descrição de tenebroso reino das trevas. Seres de terrível aspecto, gemidos lancinantes vindos de toda parte... O ambiente é sufocante... Ali “padecem centenas de milhares de criaturas em amargos choques de retorno à realidade”. A direção dessa região é de um Espírito impiedoso que se intitulou “grande juiz”. Crianças, por compaixão celestial, não são levadas para ali.

Cap V – Operações seletivas – A lei de ação e reação está presente em toda parte. Mas naquela região das trevas os juízes hipnotizam os “réus” e os condenam e martirizam, ao invés de sugerir renovação moral — única via para a “liberdade”, consubstanciada na paz de espírito. Vemos descrição do processo da licantropia (doença mental em que o enfermo se julga transformado em lobo). Encontramos no capítulo preciosas elucidações sobre sintonia e aura.

Cap VI – Observações e novidades – Citados os “halos vibratórios” (revestimento de cada Espírito). Simples e preciosa lição: a prece edifica barreiras às obsessões. É mostrado como a desarmonia doméstica entre cônjuges pode ser fruto da invigilância de um deles, que durante o desdobramento do sono recebe forte influenciação de obsessores vingativos. Há informação, ao que sabemos, inédita: “a segunda morte”, representada pela perda do perispírito... seja por grande mérito e ascensão a planos superiores, ou, ao contrário, por demasiada densidade mental na maldade e nos vícios. No primeiro caso, os Espíritos que muito evoluem “alçam vôo altíssimo”; no segundo, os Espíritos mergulhados no mal transformam-se em esferas ovóides, quais fetos ou amebas mentais. Estes últimos, para sobreviver, imantam-se a hospedeiros — encarnados ou desencarnados — com eles sintonizados.

Cap VII – Quadro doloroso – Casas revestidas de lodo e de cheiro repelente davam o tom àquele local, pelo qual transitavam milhares de “loucos declarados”. Adiante, um brusco despenhadeiro e abaixo dele, furnas e abismos, onde milhares de Espíritos alienados mentais se amontoavam. Há reencarnações compulsórias, sob auspícios do Plano Superior, a beneficio de Espíritos em expiação de delitos graves.

Cap VIII – Inesperada intercessão – O bondoso Instrutor espiritual dialoga com o poderoso Espírito que se arvorou em “grande juiz” dos culpados. O objetivo do Instrutor é auxiliar a uma pessoa encarnada que está em vias de alienar-se e desencarnar, por subjugação obsessiva de 60 (sessenta) (!) Espíritos auxiliares desse “grande juiz”. São citados os “dragões” (Espíritos caídos no mal, operando há muito tempo em zonas inferiores da vida).
NOTA: O Autor Espiritual repassa o esclarecimento de que tais acontecimentos são de conhecimento da Espiritualidade amiga que, longe de com eles concordar, administra-os porém na medida justa, a benefício de devedores tais, que só a dor e as dificuldades inclinam à redenção.

Cap IX – Perseguidores invisíveis – Gúbio, A.Luiz e o companheiro Elói “integram-se” na equipe do poderoso juiz, com o fito de auxiliar à citada vítima da tão cruel obsessão... O capítulo é de forte expressão ao mostrar como se processa incessante vampirização pelas formas ovóides, fortemente ligadas ao cérebro da vítima encarnada, cujas energias usuais do corpo físico serviam-lhes de alimento. Há ainda interessantes dissertações sobre imagens religiosas em igrejas e halo vital (aura), cujas cores demonstram o patamar moral dos Espíritos (encarnados e desencarnados). Fluidificação de hóstias (!).

Cap X – Em aprendizado – A origem de uma vingança é detalhada. O apoio espiritual a todos os médicos é confirmado. A desarmonia no lar é vista do Plano espiritual, demonstrando como a ausência do Evangelho traz perturbações a familiares encarnados e desencarnados. A beleza física nem sempre é paralela à forma perispirítica...

Cap XI – Valiosa experiência – Temos aqui expostos os perigos da mediunidade mercantilista e também os tormentos vivenciados no arrependimento pelos abusos do poder. Há excelente lição sobre o ectoplasma. Novos processos obsessivos são também exemplificados e dimensionados.

Cap XII – Missão de amor – É descrita a terrível influência espiritual negativa mesmo entre Espíritos que se querem bem (encarnados e desencarnados), mas sintonizados em vingança. A força do perdão, associada a uma sublime prece, seguida de preciosa doutrinação, rompem duas barreiras do mal, erguida há tanto tempo por almas sedentas de vingança. E aí, assim, diante da força do amor, tais almas reconhecem a permanente caridade de Deus para com Seus filhos, dispensada por intermédio de Jesus e seus prepostos.
NOTA: Em nossa desqualificada opinião este é, talvez, um dos trechos mais belos de toda a literatura espírita, ao demonstrar como a humildade e a caridade são usinas de paz.

Cap XIII – Convocação familiar – Desdobrados pelo sono familiares encontram-se e são orientados à reconstrução de suas existências. A Lei de Causa e Efeito e o amparo fraternal do Instrutor reconstituem o passado, levando harmonia aos personagens envolvidos em até então dolorosos dramas.

Cap XIV – Singular episódio – O capítulo demonstra como todos os Espíritos têm, no âmago, a centelha imortal do amor. Mesmo aqueles que — e principalmente é o que nos resta demonstrado — estão provisoriamente engajados no mal. Nesse caso, sua conversão, ou melhor, seu retorno ao Bem, constitui aprendizado dos mais comoventes.

Cap XV – Finalmente, o socorro – É dissertado quanto ao problema da Espiritualidade que se ressente de médiuns desinteressados da humildade. São citados os médiuns que têm procedimento espiritualizado apenas nas poucas horas de duração da reunião mediúnica, quase sempre semanal... (e pensar que a semana tem 168 horas...). Há novos apontamentos sobre o ectoplasma (cópia de “força nêurica”).

Cap XVI – Encantamento pernicioso – O ciúme é descrito como verdadeira tempestade de fluidos malignos a desestabilizar (principalmente aos médiuns). Vemos aqui como os obsessores influenciam o médium presa de ciúmes, fazendo-o vacilar e perder o concurso da Espiritualidade protetora.

Cap XVII – Assistência fraternal – O Centro Espírita é refúgio abençoado para Espíritos sinceramente arrependidos e dispostos a mudança de rota, saindo do erro e caminhando na reconstrução. Há no capítulo uma importante informação: uma mãe suicida, com sua presença espiritual, inocula “vírus psíquico” nos filhos (crianças, ainda), “envenenando-lhes a carne delicada, através da respiração”. Formas-pensamento são delineadas, demonstrando a força criadora do pensamento.

Cap XVIII – Palavras de benfeitora – A reencarnação, raramente apreciada, constitui bênção sublime, divina, face as renovadas oportunidades de progresso que oferta, oportunidades essas que, pela maioria dos que reencarnam, têm aproveitamento prometido antes, são esquecidas durante, lamentadas depois...

Cap XIX – Precioso entendimento – Mais uma vez é lecionado que a “experiência terrena pode ser doloroso curso de renunciação pessoal mas também abençoada escola em que o Espírito de boa vontade pode alcançar culminâncias”. A dor e os obstáculos constituem ferramentas de melhoria moral a nosso favor. Vemos, neste capítulo, o fraternal encontro do Espírito que vai reencarnar com o Espírito encarnado que ser-lhe-á mãe. Notável o fato que, esses mesmos Espíritos, que estarão novamente reunidos no lar, em vida passada também foram familiares, com o parentesco invertido, isto é, eram mãe e filha; brevemente serão filha e mãe.

Cap XX – Reencontro – A compreensão e a fraternidade, consubstanciando o amor fraternal para aqueles que nos perseguem, são os verdadeiros dissolventes da vingança. O perseguidor é o irmão que tem menos a crueldade e mais a moléstia do orgulho ferido.
Findando este abençoado livro o Autor Espiritual nos brinda com exemplares casos de libertação (título desta obra), um em particular; todos, porém, graças ao infinito Amor de Deus, traduzido pela permanente ação fraternal e iluminada do amparo de Jesus.

Personagens citados:
ANDRÉ LUIZ - é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral por oito anos.
- 1° livro: “NOSSO LAR” – obra literária iniciando fecunda série, sempre pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Nesse livro, reporta como foi recolhido à Instituição Espiritual "Nosso Lar" (situada na psicosfera da cidade do Rio de Janeiro), por interferência de sua mãe.Com impressionante ineditismo, o livro narra particularidades do Plano Espiritual.
Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da volitação.
Informa, ao fim do livro, que recebeu a comenda de "Cidadão de Nosso Lar".
André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma e de como a conseqüente evolução espiritual traz intensos momentos felizes para todo aquele que ajuda ao próximo.
- 2° livro: "OS MENSAGEIROS" - reporta vários aprendizados que alcançou junto à equipe de auxiliares-aprendizes, no "Centro de Mensageiros", quando, após estágio e uma viagem à Crosta, teve oportunidade de pôr em prática as lições recebidas.
- 3° livro: “MISSIONÁRIOS DA LUZ" - aprimora os conhecimentos até então auferidos. Estagia com o Instrutor ALEXANDRE num recinto terrestre, onde se desenrolam inúmeras atividades mediúnicas.
- 4° livro: "OBREIROS DA VIDA ETERNA" - registra que é a primeira vez que integra equipe socorrista (de auxílio a desencarnações), pois até então fora estudante/aprendiz.
- 5° livro: “O MUNDO MAIOR” - agora, focaliza aspectos da vida no mundo espiritual e do intercâmbio entre desencarnados e encarnados, especialmente durante o repouso físico.

OBS: Citaremos a seguir os nomes dos personagens do livro "LIBERTAÇÃO", colocando entre parênteses: (d) = desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulo e página onde são pela primeira vez mencionados.

FLÁCUS (d) – l/13 – É um dos 12 (doze) Ministros de “Nosso Lar”.
GÚBIO (d) – 1/13 – Instrutor no educandário de “Nosso Lar”.
ELÓI (d) – 2/26 – Amigo de André Luiz.
MARGARIDA (d) – 3/39 – Enferma, atendida por Gúbio (seu pai em eras recuadas).
GAMA (d) - 3/40 – Instrutor encarregado de serviços em Colônia Espiritual.
CLÁUDIO (d) - 3/42 – Obsessor impenitente que recusa qualquer tipo de auxílio.Assassinou o sobrinho.
ANTÔNIO (d) – 3/44 – É o sobrinho que Cláudio assassinou.
GREGÓRIO (d) – 3/46 – Espírito trevoso, de grande potencial magnético, chefia centenas de Espíritos desditosos que obedecem-no cegamente.
NOTA: Os fatos narrados neste livro têm neste personagem o foco principal, redentor.
MATILDE (d) – 3/47 – Mãe de Gregório. É Espírito muito evoluído.
MARGARIDA (e) - 3/49 – Foi filha de Gúbio. Está imantada a Gregório.
JOÃO (e) - 6/82 – Citado por um Espírito (de mulher, também encarnado), como sendo voltado à prece.
MARINA (e) – 6/82 – Desdobrada pelo sono é assediada por um Espírito obsessor que a induz a perturbar o marido, este, em processo de auto-reforma espiritual.
JOAQUIM (e) – 7/95 – Precedeu reencarnação de um Espírito de mulher, extremamente infeliz, sua companheira em descaminhos do passado. Quando ela reencarnar, iniciarão a luta redentora de ambos.
TIMÃO (d) – 8/112 – Estranho personagem, preposto do poderoso Gregório.
SÉRGIO (d) – 9/113 – Auxiliar na equipe de obsessores do implacável juiz (Gregório).
SALDANHA (d) – 9/113 – Diretor da falange de obsessores.
IRACEMA (d) – 10/126 – Esposa de Saldanha.
JORGE (e) – 10/126 – Filho de Saldanha e Iracema. Inocente, foi julgado culpado. Enlouqueceu.
IRENE (d) – 10/127 – Esposa de Jorge. Suicidou-se.
GABRIEL (e) – 10/129 – Marido de Margarida.
MAURÍCIO (d) – 10/131 – Espírito protetor em ação no lar de Margarida.
LEÔNCIO (d) – 12/149 – Obsessor implacável (hipnotizador).
ALENCAR (e) – 13/165 – Irmão de Margarida.
LIA (e) – 13/165 – Neta de Saldanha.
GASPAR (d) – 14/181 – Obsessor. Hipnotizador de Margarida
AVELINA (e) – 14/182 – Esposa de Gaspar.
ÂNGELO (e) – 14/183 – Filho de Gaspar e Avelina.
FELÍCIO (e) 14/183 – Enfermeiro de Ângelo. É irmão de Elói.
SILVA (e) – 15/197 – Realiza reuniões mediúnicas proveitosas em seu lar.
OBS: Apenas como lembrete, este livro data de 1949, quando em muitas cidades não havia C.E. (Centro Espírita).Atualmente há recomendação da FEB para que as reuniões mediúnicas se processem nos C.E.
SIDÔNIO (d) – 15/197 – Diretor espiritual das reuniões mediúnicas no lar de Silva.
ISAURA (e) – 15/200 – Médium de psicofonia. Esposa de Silva.

TERMOS POUCO USADOS:
A título de colaboração, registramos abaixo o significado ou origem de alguns termos pouco usados, que eventualmente aparecem ao longo do texto de “Libertação”:

TERMOS CAPÍTULO PÁGINA S I G N I F I C A D O
tentame 1 14 (subst) = tentativa; ensaio
numes 1 23 (subst) = divindades mitológicas
quadrariam 2 28 (do verbo quadrar) = dariam forma quadrada
vascolejam 2 35 (do verbo vascolejar) = agitam; revolvem
Atilhos 2 35 (subst) = fita; fio; cordão
zimbório 3 38 (subst) = cúpula; parte superior
Estige 3 38 (subst própr) = Rio do inferno (mitológico)
peplo 3 46 (subst) = túnica sem manga
lictores 5 68 (subst) = oficiais de justiça na antiga Roma
“sedia gestatória”  5 68 (subst) = cadeira que conduz o Papa nas cerimônias pontificiais
“conficteor” 5 71 (subst) = oração que precede à confissão
sega-nos 6 86 (do verbo segar) = corta-nos; ceifa-nos
desmantelos  7 91 (subst) = demolições; desarranjos
hierofante 8 103 (subst) = sacerdote na Grécia e na Roma (antigas)
carantonhas 9 113 (subst) = cara grande e feia
cabaz 9 121 (subst) = cesto de vime
“ite, missa est” 9 123 (expressão latina) = ide, acabou-se a missa
recolta 10 130 (do verbo recoltar) = recolhe; faz nova colheita
esbarrondando 11 139 (do verbo esbarrondar) = rompendo; desmoronando
Clorótica 11 139 (adjetivo) = anêmica (por sofrer de clorose)
“Bombix mori” 12 151 (subst) = espécie de inseto (da amoreira) zumbidor
Obsidente 13 166 (adjetivo) = aquele que obsedia
força nêurica 15 200 (adjetivo) = ref. À força dos nervos ou do sistema nervoso
Crestar 16 204 (verbo) = tirar o mel (de colméia)
estugou 16 207 (do verbo estugar) = apressou (passo); instigou
galarins 17 220 (subst) = o ponto mais alto
fescenina 17 222 (adjetivo) = obscena; licenciosa
garridice 19 247 (subst) = requinte excessivo no vestir
doestos 20 252 (subst) = acusações desonrosas
acerada 20 261 (do verbo acerar) = temperada; transformada em aço

RIBEIRÃO PRETO/SP - Em 12.Fev.2004
Eurípedes Kühl – Responsável
SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Ribeirão Preto/SP