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Título: "NO MUNDO MAIOR" – Edição consultada: 7ª
Edição/1977
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de
um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de
Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em
1947).
Edição: Primeira edição em 1947, pela Federação
Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ)
Nota: Até 2000 já haviam 21 reedições, num total de
290.000 exemplares
Conteúdo doutrinário:
Este livro trata da questão psíquica.
Os distúrbios psíquicos são analisados a partir do Plano
Espiritual, trazendo-nos a abalisada opinião de Espíritos
especialistas (Instrutores espirituais).
São enfocados os encontros e desencontros da Medicina
terrena ante as lições da Doutrina dos Espíritos. O
Espiritismo, sabemos, descerra o véu que encobre os
mistérios dos distúrbios psíquicos, apontando com bom senso
suas causas. Mais que isso: ilumina os caminhos da cura.
Os esclarecimentos espirituais trilhando pela simplicidade e
por exemplos possibilitam a todos nós compreender como se
processam e como devem ser administrados os casos de:
- esquizofrenia
- epilepsia
- neuroses várias
- fobias
- idéias fixas
- sentimentos de culpa
- mongolismo (estudo de curioso caso).
Eis alguns detalhes, Capítulo a Capítulo:
Cap 1 — Entre dois planos — No plano terrestre: são
especificados os procedimentos nas tarefas espirituais de
atendimento imediato, não programados, de casos de loucura,
suicídios e extremos desastres morais.
Cap 2 — A preleção de Eusébio — Exortação espiritual quanto
à ameaça do equilíbrio terrestre pelas doenças da alma. O
comportamento humano é radiografado e mostrado à beira dos
abismos da alienação mental. Voluntários dedicados são
convocados à tarefa da salvação dos displicentes e dos racalcitrantes. É citado o serviço de assistência às
cavernas...
Cap 3 — A Casa Mental — Novos conceitos psíquicos a serem
compreendidos:
- perversidade: como loucura
- revolta: como ignorância
- desespero: como enfermidade.
Ainda neste capítulo encontramos preciosa instrução
espiritual sobre o cérebro humano, que é comparado a um
castelo de três andares, nos quais localizam-se:
- primeiro andar: residência dos impulsos automáticos
(subconsciente/o passado) – hábito e automatismo
- segundo andar: domicílio das conquistas atuais
(consciente/o presente) – esforço e a vontade
- terceiro andar: - casa das noções superiores (superconsciente/o
futuro) – ideal e meta superior.
(Nos capítulos subseqüentes há várias citações alusivas a
essa instrução).
Há descrição de dois cérebros interligados:
obsessor-obsidiado, que odeiam-se reciprocamente, daí
resultando estarem ambos loucos, quanto à organização
perispiritual.
São citados os “vermes mentais” que produzem moléstias da
alma, no cérebro perispiritual.
Cap 4 — Estudando o cérebro — Há a impressionante narração
de um crime (assassinato) e suas terríveis conseqüências. É
citada a “química espiritual”, instalada no cérebro do
desencarnado, muitas vezes com ação conjunta à química
orgânica e inorgânica do encarnado.
Somos informados de que o sofrimento áspero, mas redentor,
da expiação, não acontece apenas na esfera carnal, mas
também em regiões sombrias fora dela...
Cap 5 — O poder do amor — Há exemplar doutrinação
espiritual, mostrando a ascendência moral do doutrinador,
tarefeiro do Bem: na desobsessão, por exemplo, aqui
focalizando um caso em que o obsidiado (que cometeu
assassinato), em desdobramento pelo sono, é levado a ficar
frente a frente com o obsessor (a vítima), o perdão
harmonizando ambos, por fim.
Cap 6 — Amparo fraternal — Narração de um homem vivendo os
prazeres do mundo e de uma jovem pobre que para custear
tratamento médico da mãe se une a ele. Os dois são
doutrinados, durante o desdobramento pelo sono. Em
conseqüência, retificam seu procedimento.
Cap 7 — Processo redentor — Trata do esforço da
Espiritualidade para impedir processos de loucura. Nesse
contexto, sobressai o valor da “prece intercessória”.
Reafirma que o Espírito não retrocede em hipótese alguma,
contudo as formas de manifestação do ser podem sofrer
degenerescência (destrambelho dos elementos perispiríticos)
— mongolismo, por exemplo.
NOTA SOBRE CHOQUE ELÉTRICO: Atualmente, são outros os
conceitos sobre o tratamento por choque elétrico, que
tiveram seu emprego consideravelmente restringido após o
progresso da psicofarmacologia.
Cap 8 — No Santuário da Alma — Explana sobre a epilepsia,
cujas causas, geralmente, situam-se nos descaminhos das
vidas passadas e na vida presente, carreando interferências
obsessivas, disfunções mentais, com reflexos perispiríticos,
ocasionando transtornos orgânicos. A cura se dará pela
reforma íntima, passes e principalmente a fé positiva —
edificação espiritual, enfim.
Cap 9 — Mediunidade — Demonstra que, em mediunidade, o
animismo não deve tomar o caráter inquisitorial, e sim, o
educativo. A intuição pura é considerada a mediunidade mais
estável e bela entre os homens.
Cap 10 — Dolorosa perda — Há impressionante descrição de um
aborto, visto do plano espiritual: o perispírito do
abortado, imantado ao corpo daquela que lhe seria mãe,
promove tamanha onda de ódio que leva-a a uma imprevista e
dolorosa desencarnação.
Cap 11 — Sexo — O amor é enaltecido, ao tempo que mostra
como os descaminhos dos prazeres promíscuos levam à loucura.
Conquanto demonstrando respeitosa posição à Medicina terrena
(discorrendo sobre a escola freudiana da psicologia
analítica), a Espiritualidade indica que os desequilíbrios
sexuais são doença da alma.
Cap 12 — Estranha enfermidade — O texto elucida os conflitos
da esquizofrenia (originária de sutis perturbações do perispírito), dos quais resultam um conjunto de moléstias
variáveis e indeterminadas no corpo físico. Neste capítulo,
de forma absolutamente inédita, é mostrado como a
Espiritualidade provoca uma desencarnação, como providência
compassiva, a benefício do desencarnante e dos seus
familiares.
Cap 13 — Psicose afetiva — Traz-nos a emocionante lição de
como a Espiritualidade amiga impede um suicídio (por
merecimento) de uma jovem desiludida e humilhada no amor,
impondo-lhe sono profundo, horas antes do lance fatídico.
Desdobrada pelo sono, a jovem é doutrinada, vindo a desistir
do suicídio, por compreender que as dores da experiência
humana, são “dons do Divino Suprimento” e que por vezes há
“vantagens que só podem ser encontrados na solidão”...
Cap 14 — Medida salvadora — Nova lição transcendental: a
Espiritualidade amiga ministrando ajuda, através providência
provisória, mas drástica: provoca desarmonia no corpo de um
alcoólatra, a benefício do próprio (!) e também visando
amparar à esposa e dois filhinhos.
Põe a descoberto como nos ambientes menos dignos há
“multidão de entidades conturbadas e viciosas” (Espíritos
desencarnados), em triste sociedade, por afinidade. Vê-se
ali, em perfeita simbiose mental:
- encarnados/alcoólatras → → desencarnados (também
alcoólatras)
- dançarinos (voltados para o primitivismo do ser, embalados
por música inferior e pela viciação dos sentidos, com gestos
ridículos, gritos histéricos, em “atitudes que muitos símios
talvez se pejassem”) → → correspondendo inconscientemente a
desencarnados que a isso os induziam, fazendo-lhes
companhia-sociedade invisível...
Cap 15 — Apelo cristão — Discorre sobre uma assembléia de
encarnados (religiosos católicos romanos e protestantes das
Igrejas reformadas), os quais, desdobrados pelo sono, em
companhia de desencarnados, recebem valiosa lição-alerta
sobre os ranços do dogmatismo e da divisão humana da fé. É
enaltecida a união fraternal vivenciada pelos heróis
anônimos que transitaram nas aflições, dos então primeiros
aprendizes da Boa-Nova. É mostrado o erro dos sacerdotes
políticos que dividiram em várias escolas a “Religião do
Amor Universal”, fundada por Jesus, do que resultaram os
desvarios da separação por motivos de fé.
Cap 16 — Alienados mentais — A loucura é considerada como
suicídio “habilmente dissimulado”, pela não resistência à
dor e pela entrega (também sem resistência) à perturbação
destruidora, que por fim, abre as portas da morte.
Nota: S.M.J., temos aqui uma inédita informação da
Espiritualidade amiga, quanto à uma outra espécie de
suicídio.
Recebemos fortes advertências neste capítulo:
- impaciência e tristeza são forças terríveis a desarmonizar
a mente, perdurando por várias existências;
- a alienação mental é início da “descida da alma às zonas
inferiores da morte”;
- quanto aos recém-nascidos ou os que na infância apresentam
esse quadro, tal é reflexo de comportamento equivocado no
passado, colidindo forte com as Leis Divinas.
Cap 17 — No limiar das cavernas — No “Baixo Umbral”
(cavernas de sofrimento, no plano espiritual) existe “zona
medonhamente sombria”, a tal ponto, que A.Luiz não teve
permissão de nela se aprofundar, mas apenas a de permanecer
no limiar daquelas cavernas, e assim mesmo, acompanhado de
Instrutor espiritual. É citado o insólito caso de Espíritos
de grande intelectualidade e poder mental, mas desprovidos
de amor, os quais, por serem extremamente devedores das Leis
Divinas, como passos iniciais de melhoria moral,
eventualmente recebem determinação educativa de realizar
tarefas laboriosas no seio da Natureza.
NOTA: Em “O Livro dos Espíritos”, questões 536 a 540,
encontramos notícias sobre a ação de tais Espíritos, ação
essa variável, na razão direta da evolução de cada um.
Cap 18 — Velha afeição — Este capítulo é de comovente
sublimidade: A.Luiz reencontra e socorre o avô, a quem tanto
amara quando criança e por quem tanto também era amado. Seu
avô estava já há quarenta anos estacionado no “Baixo
Umbral”. O reencontro de ambos é pungente. A beleza
literária da narração só é superada pela exaltação da Lei do
Amor.
Cap 19 — Reaproximação — Demonstra como a pobreza extrema,
com trabalho educativo, imposta pela Espiritualidade
protetora, pode ser reeducativa para as aspirações de duas
pessoas interligadas por problemas de vidas passadas. No
caso, é programado reencontro entre réu e vítima. Aceito por
ambos esse reencontro, ficam a descoberto os imensos
benefícios da bênção do perdão, trazendo-lhes felicidade.
Cap 20 — No Lar de Cipriana - É descrita essa benemérita
instituição espiritual, onde incontáveis espíritos estagiam,
aprendendo o reajustamento anímico, através o
auto-reconhecimento, preparando-se para melhores condições
de vida. Na verdade, tal instituição é “verdadeira oficina
de restauração do espírito”.
“No Mundo Maior” tem como fecho magistral prece, exorando a
proteção de Jesus.
PERSONAGENS CITADOS NA OBRA:
ANDRÉ LUIZ - é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral por
oito anos.
- 1° livro: “NOSSO LAR” – obra literária iniciando fecunda
série, sempre pela psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Nesse livro, reporta como foi recolhido à Instituição
Espiritual "Nosso Lar" (situada na psicosfera da cidade do
Rio de Janeiro), por interferência de sua mãe.Com
impressionante ineditismo, o livro narra particularidades do
Plano Espiritual.
Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao
próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da
volitação.
Informa, ao fim do livro, que recebeu a comenda de "Cidadão
de Nosso Lar".
André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma e de
como a conseqüente evolução espiritual traz intensos
momentos felizes para todo aquele que ajuda ao próximo.
- 2° livro: "OS MENSAGEIROS" - reporta vários aprendizados
que alcançou junto à equipe de auxiliares-aprendizes, no
"Centro de Mensageiros", quando, após estágio e uma viagem à
Crosta, teve oportunidade de pôr em prática as lições
recebidas.
- 3° livro: “MISSIONÁRIOS DA LUZ" - aprimora os
conhecimentos até então auferidos. Estagia com o Instrutor
ALEXANDRE num recinto terrestre, onde se desenrolam inúmeras
atividades mediúnicas.
- 4° livro: "OBREIROS DA VIDA ETERNA" - registra que é a
primeira vez que integra equipe socorrista (de auxílio a
desencarnações), pois até então fora estudante/aprendiz.
- 5° livro: “O MUNDO MAIOR” - agora, focaliza aspectos da
vida no mundo espiritual e do intercâmbio entre
desencarnados e encarnados, especialmente durante o repouso
físico.
OBS: Citaremos a seguir os nomes dos demais personagens do
livro "NO MUNDO MAIOR", colocando entre parênteses: (d) =
desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulo e
página onde são pela primeira vez mencionados.
Edição
consultada: 7ª.
CALDERARO (d) - 1/14 – Assistente. Especialista em
atendimentos na Crosta Terrestre, na área de “Psiquiatria
Iluminada. Com A.Luiz, irá agregar-se aos trabalhos do
Instrutor Eusébio.
EUSÉBIO (d) - 1/14 – Instrutor. Abnegado protetor de
necessitados, de mentes desequilibradas. Superintendente da
Organização Espiritual em zona intermediária. Semanalmente
vai à Crosta Planetária, onde, em região adequada, presta
esclarecimentos a espíritos encarnados, desdobrados pelo
sono, relativamente espiritualizados, dedicados ao socorro
de sofredores.
(Obsessor e obsidiado) – 3/43 – Dois enfermos mentais: um
desencarnado, outro encarnado;
CIPRIANA (d) - 3/64 – Espírito elevado. Orientadora aos
serviços de socorro no grupo atendido por Calderaro.
PEDRO (e) – 5/69 – É o obsidiado citado no Cap 3. Casado.
Tem 5 filhos. Enfermo, hospitalizado. Cometeu assassinato.
Desdobrado pelo sono, vê-se frente à frente com a vítima.
CAMILO (d) – 5/72 – É a vítima de Pedro. Há vinte anos o
atormenta, obsidiando-o.
NENECO, CELITA, MARQUINHOS, GUILHERME (e) – 5/74 – Filhos de
Pedro.
CÂNDIDA (e) – 5/79 – A breve tempo desencarnará. Espírito
sereno. Tem grandeza de alma.
JULIETA (e) - 6/82 – Filha de Cândida. Em desespero com a
doença da mãe entregou-se a atividades menos dignas. Está
prestes à loucura e de adquirir doenças graves.
PAULINO (e) – 6/83 – Parceiro de Julieta. É doutrinado
durante o desprendimento do sono.
(Enfermo) (e) – 7/98 – Criança de 8 anos, muda, surda, não
anda, não se senta, vê mal. Todavia, psiquicamente, tem a
vida de um sentenciado sensível.
NOTA: Temos observado na “série A.Luiz” que esse Autor
Espiritual, quando cita casos graves, dolorosos, não dá o
nome dos personagens, nem utiliza nomes fictícios; tudo
indica que isso se deve à observância da ética (poderia
constranger algum leitor com esses mesmos nomes...), mas
também configura um ato de caridade, resguardando a
identidade de quem passa por tal expiação.
MARCELO (e) – 8/108 – No passado teve vigorosa inteligência,
mas vivenciou intensas paixões e excessos de autoritarismo.
No presente, tem acessos epilépticos (geralmente por
enfermidade da alma, do que resultam reflexos/convulsões
orgânicas.
NOTA: A.Luiz menciona, de passagem, que “algo mais forte” do
que o conhecimento cordial une Marcelo a ele. Na seqüência
do texto, não é adicionada nenhuma explicação a respeito.
EULÁLIA (e) – 9/131 – Médium de psicografia. Dedicada. No
entretanto, não oferece sintonia integral ao Espírito
comunicante (médico desencarnado, protetor).
CECÍLIA (e) – 10/141 – Jovem rica, órfã de mãe, grávida.
Provoca aborto. Em conseqüência, vem a desencarnar.
LIANA (e) – 10/144 – Enfermeira que realizou o aborto de
Cecília.
FABRÍCIO (e) - 12/169 – Idoso. Enfermo. Esquizofrênico. No
limiar da loucura. O passado delituoso açoita-lhe a mente,
provocando estragos orgânicos.
INÊS (e) – 12/177 – Esposa dedicada de Fabrício.
FABRICINHO (e) – 12/177 – Neto de Fabrício. Tem 8 anos. É o
ex-pai de Fabrício.
ANTONINA (e) – 13/180 – Pobre. Órfã de pai e mãe. Ajudou
Gustavo a formar-se. Amava-o. Após, foi humilhada por ele.
Pretende suicidar-se. O Plano Espiritual impedirá.
GUSTAVO (e) – 13/181 – Formou-se médico com ajuda de Antonina. Deixou-a, após.
MARINA (d) – 13/184 – Espírito protetor. Foi mãe de Antonina.
MÁRCIO (d) – 13/184 – Espírito protetor. Ligado a Antonina,
desde séculos.
ANTÍDIO (e) – 14/192 – Alcoólatra. Quase à loucura. É
auxiliado pela Espiritualidade amiga, com providência
drástica: enfermidade!
“seu” JOÃO (d) – 16/214 – Guarda-enfermeiro de instituto
espiritual para desencarnados pela loucura.
CLÁUDIO (d) – 18/230 – Avô de A.Luiz. Padecendo no “Baixo
Umbral” em conseqüência do apego ao dinheiro na última
encarnação, finda há 40 anos.
ISMÊNIA (e) – 18/232 – Citada por Cláudio, como sendo-lhe
irmã, no passado.
NICANOR (e) – 19/240 – Noivo da jovem ora reencarnada
(Ismênia).
TERMOS POUCO USADOS:
A título de colaboração, registramos abaixo o significado ou
origem de alguns termos pouco usados, que eventualmente
aparecem ao longo do texto de “No Mundo Maior”:
|
TERMOS |
CAPÍTULO |
PÁGINA |
S I G N I F I C A D O |
|
ajoujam |
2 |
34 |
unem (do verbo ajoujar = unir, ou ligar,
moralmente) |
|
grabato |
6 |
83 |
leito pequeno e pobre; catre |
|
aljofrada |
7 |
104 |
orvalhada (do verbo aljofrar = orvalhar) |
|
abluir |
8 |
114 |
lavar, purificar por meio da água; purificar-se |
|
Cérbero |
9 |
124 |
cão de várias cabeças que guardava a porta do
inferno (da mitologia grega) |
|
à balha |
9 |
135 |
à baila; a propósito |
|
craveira |
9 |
135 |
medida; tabela |
|
infrenes |
10 |
146 |
desordenados; sem freio |
|
atro |
10 |
151 |
negro; escuro |
|
socavão |
11 |
159 |
esconderijo; abrigo; lugar seguro |
|
caliginoso tijuco |
11 |
159 |
tenebroso charco |
|
engrazado |
12 |
174 |
do verbo engrazar = enfiar (contas) em fio de metal |
|
a flux |
13 |
189 |
aos jorros; em grande quantidade |
|
favônio |
15 |
202 |
vento considerado propício, que trazia felicidade |
|
moloque |
15 |
203 |
réptil; lagarto espinhoso |
|
atascado |
15 |
207 |
atolado; enlameado |
|
mentecaptos |
16 |
211 |
que perderam o uso da razão |
|
vezo |
16 |
211 |
qualquer hábito ou costume (vicioso ou criticável) |
|
morbo |
16 |
216 |
estado patológico; doença |
|
modorravam |
16 |
217 |
Estavam em modorra (sonolência, em certos doentes) |
|
messe |
16 |
217 |
seara em bom estado de se ceifar |
|
precitos |
17 |
222 |
réprobos; condenados; malditos |
|
Érebo |
17 |
225 |
inferno; abismo |
|
uxoricida |
17 |
226 |
aquele que assassinou a própria esposa |
|
carantonhas |
18 |
228 |
caras grandes e feias; caretas; carrancas |
|
lesto |
18 |
231 |
ágil; ligeiro; lépido |
|
à sorrelfa |
18 |
235 |
disfarçadamente (para enganar) |
|
Se engrimponavam |
20 |
247 |
(o mesmo que: se engrimpavam) =
subiam às grimpas;
se ensoberbeciam |
|
estrênua |
20 |
248 |
valente; corajosa; zelosa |
RIBEIRÃO PRETO/SP - Em 12.Fev.2004
Eurípedes Kühl – Responsável
SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Ribeirão Preto/SP
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Veja Entrevista com EURÍPEDES KÜHL, um dos mais
estimados escritores espíritas da atualidade. |
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