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O Consolador: JESUS |
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O Consolador: ENSINAMENTOS DE JESUS |
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Obras Póstumas: ESTUDO SOBRE A NATUREZA DO
CRISTO |
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Emmanuel / André Luiz: MENSAGENS SOBRE O
NATAL |
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JESUS
282 –Se devemos
considerar o Velho Testamento como a pedra
angular da Revelação Divina, qual a posição do
Evangelho de Jesus na educação religiosa dos
homens?
-O Velho Testamento é o
alicerce da Revelação Divina. O Evangelho é o
edifício da redenção das almas. Como tal, devia
ser procurada a lição de Jesus, não mais para
qualquer exposição teórica, mas visando cada
discípulo o aperfeiçoamento de si mesmo,
desdobrando as edificações do Divino Mestre no
terreno definitivo do Espírito.
283 –Com Referência a Jesus, como interpretar o
sentido das palavras de João: - “E
o
Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de
graça e verdade?”.
-Antes de tudo, precisamos compreender que Jesus
não foi um filósofo e nem
poderá ser classificado entre os valores
propriamente humanos, tendo-se em conta os
valores divinos de sua hierarquia espiritual, na
direção das coletividades
terrícolas.
Enviado de Deus, Ele foi a representação do Pai
junto do rebanho de filhos
transviados do seu amor e da sua sabedoria, cuja
tutela lhe foi confiada nas
ordenações sagradas da vida no Infinito.
Diretor angélico do orbe, seu coração não
desdenhou a permanência direta
entre os tutelados míseros e ignorantes, dando
ensejo às palavras do apóstolo,
acima
referidas.
284 –O apóstolo João recebeu missão diferente,
na organização do Evangelho,considerando-se a diversidade de suas exposições
em confronto com as narrações de
seus companheiros?
-Ainda aí, temos de considerar a especialização
das tarefas, no capítulo das
obrigações conferidas a cada um. As peças nas
narrações evangélicas identificam-se
naturalmente, entre si, como partes
indispensáveis de um todo, mas somos
compelidos a observar que, se Mateus, Marcos e
Lucas receberam a tarefa de
apresentar, nos textos sagrados, o Pastor de
Israel na sua feição sublime, a João
coube a tarefa de revelar o Cristo Divino, na
sua sagrada missão universalista.
285 –“Jesus-Cristo é sem pai, sem mãe, sem
genealogia” – Como interpretar essa
afirmativa, em face da palavra de Mateus?
-Faz-se necessário entendermos a missão
universalista do Evangelho de Jesus,
através da palavra de João, para compreender tal
afirmativa no tocante à genealogia
do Mestre Divino, cujas sagradas raízes repousam
no infinito do amor e de sabedoria
em Deus.
286 –O sacrifício de Jesus deve ser apreciado
tão-somente pela dolorosa expressão
do
Calvário?
-O Calvário representou o coroamento da obra do
Senhor, mas o sacrifício na
sua exemplificação se verificou em todos os dias
da sua passagem pelo planeta. E o
cristão deve buscar, antes de tudo, o modelo nos
exemplos do Mestre, porque o
Cristo
ensinou com amor e humildade o segredo da
felicidade espiritual, sendo
imprescindível
que todos os discípulos edifiquem no íntimo
essas virtudes, com as quais saberão
demonstrar ao calvário de suas dores, no momento
oportuno.
287 –Numerosos discípulos do Evangelho
consideram que o sacrifício do Gólgota não
teria sido completo sem o máximo de dor material
para o Mestre Divino. Como
conceituar essa suposição em face da intensidade
do sofrimento moral que a cruz lhe
terá oferecido?
-A dor material é um fenômeno como os dos fogos
de artifícios, em face dos
legítimos valores espirituais.
Homens do mundo, que morreram por uma idéia,
muitas vezes não chegaram a
experimentar a dor física, sentindo apenas a
amargura da incompreensão do seu
ideal.
Imaginai, pois, o Cristo, que se sacrificou pela
Humanidade inteira, e chegareis
a contempla-Lo na imensidão da sua dor
espiritual, augusta e indefinível para a
nossa
apreciação restrita e singela.
De modo algum poderíamos fazer um estudo
psicológico de Jesus,
estabelecendo dados comparativos entre o Senhor
e o homem.
Em sua exemplificação divina, faz-se mister
considerar, antes de tudo, o seu
amor, a sua humildade, a sua renúncia por toda a
Humanidade.
Examinados esses fatores, a dor material teria
significação especial para que a
obra cristã ficasse consagrada? A dor
espiritual, grande demais para ser
compreendida, não constitui o ponto essencial da
sai perfeita renúncia pelos
homens?
Nesse particular, contudo, as criaturas humanas
prosseguirão discutindo, como
as crianças que somente admitem as realidades da
vida de um adulto, quando se lhe
fornece o conhecimento tomando por imagens o
cabedal imediato dos seus
brinquedos.
288 – “Meu Pai e eu somos Um” – Poderemos
receber mais alguns esclarecimento
sobre essa afirmativa do Cristo?
-A afirmativa evidenciava a sua perfeita
identidade com Deus, na direção de
todos os processos atinentes à marcha evolutiva
do planeta terrestre.
289 –São muitos os Espíritos em evolução na
Terra, ou nas esferas mais próximas,
que já viram o Cristo, experimentando a glória
da sua presença divina?
-Toda a comunidade dos Espíritos encarnados na
Terra, ou localizados em suas
esferas de labor espiritual mais ligadas ao
planeta, sentem a sagrada influência do
Cristo, através da assistência de seus
prepostos; todavia, pouquíssimos alcançarão
a
pureza indispensável para a contemplação do
Mestre no seu plano divino.
290 –Poder-se-á reconhecer nas parábolas de
Jesus a expressão fenomênica das
palavras, guardando a eterna vibração de seu
sentimento nos ensinos?
-Sim. As parábolas do Evangelho são como as
sementes divinas que
desabrochariam, mais tarde, em árvores de
misericórdia e de sabedoria para a
Humanidade.
291 –Como interpretar o Anticristo?
-Podemos simbolizar como Anticristo o conjunto
das forças que operam contra o
Evangelho, na Terra e nas esferas vizinhas do
homem, mas, não devemos figurar
nesse Anticristo um poder absoluto e definitivo
que pudesse neutralizar a ação de
Jesus, porquanto, com tal suposição, negaríamos
a previdência e a bondade infinita
de
Deus.
(Emmanuel, de “O CONSOLADOR”, 3ª Parte, cap. II
(Evangelho), FCXavier, FEB)
ENSINAMENTOS DE
JESUS
302 – Como compreender a afirmativa de Jesus aos
Judeus: - “Sois deuses?”.
-Em todo homem repousa a partícula da divindade
do Criador, com a qual pode
a criatura terrestre participar dos poderes
sagrados da Criação.
O Espírito encarnado ainda não ponderou
devidamente o conjunto de
possibilidades divinas guardadas em suas mãos,
dons sagrados tantas vezes
convertidos em elementos de ruína e destruição.
Entretanto, os poucos que sabem crescer na sua
divindade, pela exemplificação
e pelo ensinamento, são cognominados na Terra
santos e heróis, por afirmarem a sua
condição espiritual, sendo justo que todas as
criaturas procuram alcançar esses
valores, desenvolvendo para o bem e para a luz,
a sua natureza divina.
303 –Qual o sentido do ensinamento evangélico: -
“Todos os pecados ser-vos-ão
perdoados, menos os que cometerdes conta o
Espírito Santo?”.
-A aquisição do conhecimento espiritual, com a
perfeita noção de nossos
deveres, desperta em nosso íntimo a centelha do
espírito divino, que se encontra no
âmago de todas as criaturas.
Nesse instante, descerra-se à nossa visão
profunda o santuário da luz de Deus,
dentro de nós mesmos, consolidando e orientando
as nossas mais legítimas noções de
responsabilidade na vida.
Enquanto o homem se desvia ou fraqueja, distante
dessa iluminação, seu erro
justifica-se, de alguma sorte, pela ignorância
ou pela cegueira. Todavia, a falta
cometida com a plena consciência do dever,
depois da bênção do conhecimento
interior, guardada no coração e no raciocínio,
essa significa o “pecado contra o
Espírito
Santo”, porque a alma humana estará, então,
contra si mesma, repudiando as suas
divinas possibilidades.
É lógico, portanto, que esses erros são os mais
graves da vida, porque
consistem no desprezo dos homens pela expressão
de Deus, que habita neles.
304 –Qual o espírito destas letras: - “Não
cuideis que vim trazer paz à Terra; não
vim
trazer a paz, mas a espada”?
-Todos os símbolos do Evangelho, dado o meio em
que desabrocharam, são,
quase sempre, fortes e incisivos.
Jesus não vinha trazer ao mundo a palavra de
contemporização com as
fraquezas do homem, mas a centelha de luz para
que a criatura humana se iluminasse
para os planos divinos.
E a lição sublime do Cristo, ainda e sempre,
pode ser conhecida como a
“espada’ renovadora, com a qual deve o homem
lutar consigo mesmo, extirpando os
velhos inimigos do seu coração, sempre
capitaneados pela ignorância e pela vaidade,
pelo egoísmo e pelo orgulho”.
305 –A afirmativa do Mestre: - “Porque eu vim
pôr em dissensão o filho contra seu
pai,
a filha contra sua mãe e a nora contra sua
sogra” – como deve ser compreendida em
espírito e verdade?
-Ainda aqui, temos de considerar a feição antiga
do hebraico, com a sua
maneira vigorosa de expressão.
Seria absurdo admitir que o Senhor viesse
estabelecer a perturbação no
sagrado instituto da família humana, nas suas
elevadas expressões afetivas, mas,
sim,
que os seus ensinamentos consoladores seriam o
fermento divino das opiniões,
estabelecendo os movimentos naturais das idéias
renovadoras, fazendo luz no íntimo
de cada um, pelo esforço próprio, para
felicidade de todos os corações.
306 – “E tudo o que pedirdes na oração, crendo o
recebereis” – Esse preceito do
Mestre tem aplicação igualmente, no que se
refere aos bens materiais?
-O “seja feita a vossa vontade”, da oração
comum, constitui nosso pedido geral
a Deus, cuja Providência, através dos seus
mensageiros, nos proverá o espírito ou a
condição de vida do mais útil, conveniente e
necessário ao nosso progresso
espiritual,
para a sabedoria e para o amor.
O que o homem não deve esquecer, em todos os
sentidos e circunstâncias da
vida, é a prece do trabalho e da dedicação, no
santuário da existência de lutas
purificadoras, porque Jesus abençoará as suas
realizações de esforço sincero.
307 –Por que disse Jesus que “o escândalo é
necessário, mas aí daquele por quem o
escândalo vier?”.
-Num pano de vida, onde quase todos se encontram
pelo escândalo que
praticaram no pretérito, é justo que o mesmo
“escândalo” seja necessário, como
elemento de expiação, de prova ou de
aprendizado, porque aos homens falta ainda
aquele “amor que cobre a multidão dos pecados”.
As palavras do ensinamento do Mestre ajustam-se,
portanto, de maneira
perfeita, à situação dos encarnados no mundo,
sendo lastimáveis os que não vigiam,
por se tornarem, desse modo, instrumentos de
tentação nas suas quedas constantes,
através dos longos caminhos.
308 –As palavras de João: - “A luz brilha nas
trevas e as trevas não a
compreenderam”, tiveram aplicação somente quando
da exemplificação do Cristo, há
dois mil anos, ou essa aplicação é extensiva à
nossa era?
-As palavras do apóstolo referiam-se à sua
época; todavia, o simbolismo
evangélico do seu enunciado estende-se aos
tempos modernos, nos quais a lição do
Senhor permanece incompreendida para a maioria
dos corações, que persistem em
não ver a luz, fugindo à verdade.
309 –Em que sentido devemos interpretar as
sentenças de João Batista: - “A quem
pertence a esposa é o esposo; mas o amigo do
esposo, que com ele está e ouve,
muito se regozija por ouvir a voz do esposo.
Pois este gozo eu agora experimento; é
preciso que ele cresça e que eu diminua”?
-O esposo da Humanidade terrestre é
Jesus-Cristo, o mesmo Cordeiro de Deus
que arranca as almas humanas dos caminhos
escusos da impenitência.
O amigo do esposo é o seu precursor, cuja
expressão humana deveria
desaparecer, a fim de que Jesus resplandecesse
para o mundo inteiro, no seu
Evangelho de Verdade e Vida.
310 –A transfiguração do Senhor é também um
símbolo para a Humanidade?
-Todas as expressões do Evangelho possuem uma
significação divina e, no
Tabor, contemplamos a grande lição de que o
homem deve viver a sua existência, no
mundo, sabendo que pertence ao Céu, por sua
sagrada origem, sendo indispensável,
desse modo, que se desmaterialize, a todos os
instantes, para que se desenvolva em
amor e sabedoria, na sagrada exteriorização da
virtude celeste, cujos germes lhe
dormitam no coração.
311-Qual o sentido da afirmativa do texto
sagrado, acerca de Jesus: - “Não tendo
Deus querido sacrifício, nem oblata, lhe formou
um corpo?”.
-Para Deus, o mundo não mais deveria persistir
no velho costume de sacrificar
nos altares materiais, em seu nome, razão por
que enviou aos homens a palavra do
Cristo, a fim de que a Humanidade aprendesse a
sacrificar no altar do coração, na
ascensão divina dos sentimentos para o seu amor.
312 –Como interpretar a afirmativa de João: -
“Três são os que fornecem testemunho
no céu: o Pai, o Verbo e o Espírito Santo?”.
-João referia-se ao Criador, a Jesus, que
constituía para a Terra a sua mais
perfeita personificação, e à legião dos
Espíritos redimidos e santificados que
cooperam
com o Divino Mestre, desde os primeiros dias da
organização terrestre, sob a
misericórdia de Deus.
313 –Como entender a bem-aventurança conferida
por Jesus aos “pobres de espírito?”.
-O ensinamento do Divino Mestre, referia-se às
almas simples e singelas,
despidas do “espírito de ambição e de egoísmo”
que costumam triunfar nas lutas do
mundo.
Não costumais até hoje denominar os vitoriosos
do século, nas questões
puramente materiais, de “homens de espírito?” É
por essa razão que, em se dirigindo
à
massa popular, aludia o Senhor aos corações
despretensiosos e humildes; aptos a
lhes
seguirem o ensinamento; sem determinadas
preocupações rasteiras da existência
material.
314 –Qual a maior lição que a Humanidade recebeu
do Mestre, ao lavrar ele os pés
dos
seus discípulos?
-Entregando-se a esse ato, queria o Divino
Mestre testemunhar Pás criaturas
humanas a suprema lição da humildade,
demonstrando, ainda uma vez, que, na
coletividade cristã, o maior para Deus seria
sempre aquele que se fizesse o menor
de
todos.
315 –Por que razão Jesus, ao lavar os pés dos
discípulos, cingiu-se com uma toalha?
-O Cristo, que não desdenhou a energia fraternal
na eliminação dos erros da
criatura humana, afirmando-se como o Filho de
Deus nos divinos fundamentos da
Verdade, quis proceder desse modo para
revelar-se o escravo pelo amor à
Humanidade, à qual vinha trazer a luz da vida,
na abnegação e no sacrifício
supremos.
316 –Aceitando Jesus o auxílio de Simão, o
cireneu, desejava deixar um novo
ensinamento às criaturas?
-Essa passagem evangélica encerra o ensinamento
do Cristo, concernente à
necessidade de cooperação fraternal entre os
homens, em todos os trâmites da vida.
317 –A ressurreição de Lázaro, operada pelo
Mestre, tem um sentido oculto, como
lição à Humanidade?
-O episódio de Lázaro era um selo divino
identificando a passagem do Senhor,
mas também foi o símbolo sagrado da ação do
Cristo sobre o homem, testemunhando
que o seu amor arrancava a Humanidade do seu
sepulcro de misérias, Humanidade da
qual tem o Senhor dado o sacrifício de suas
lágrimas, ressuscitando-a para o sol da
vida eterna, nas sagradas lições do seu
Evangelho de amor e de redenção.
318 –Poderemos receber um ensinamento sobre a
eucaristia, dado o costume
tradicional da Igreja Romana, que recorda a ceia
dos discípulos com o vinho e a
hóstia?
-A verdadeira eucaristia evangélica não é a do
pão e do vinho materiais, como
pretende a igreja de Roma, mas, a identificação
legítima e total do discípulo com
Jesus, de cujo ensino de amor e sabedoria deve
haurir a essência profunda, para
iluminação dos seus sentimentos e do seu
raciocínio, através de todos os caminhos
da
vida.
319 –Quem terá recebido maior soma de
misericórdia n a justiça divina: - Judas, o
discípulo infiel, mas iludido e arrependido, ou
o sacerdote maldoso e indiferente,
que o
induziu à defecção?
-Quem há recebido mais misericórdia, por mais
necessitado e indigente, é o
mau sacerdote de todos os tempos, que, longe de
confundir a lição do Cristo uma só
vez, vem praticando a defecção espiritual para
com o Divino Mestre, desde muitos
séculos.
320 –Que ensinamentos nos oferece a negação de
Pedro?
-A negação de Pedro serve para significar a
fragilidade das almas humanas,
perdidas na invigilância e na despreocupação da
realidade espiritual, deixando-se
conduzir, indiferentemente, aos torvelinhos mais
tenebrosos do sofrimento, sem
cogitarem de um esforço legítimo e sincero, na
definitiva edificação de si mesmas.
321 –Qual a edição dos Evangelhos que melhor
traduz a fonte original?
-A grafia original dos Evangelhos já representa
em si mesma, a própria
tradução do ensino de Jesus, considerando-se que
essa tarefa foi delegada aos seus
apóstolos.
Sendo razoável estimarmos, em todas as
circunstâncias, os esforços sinceros,
seja qual for o meio onde se desdobram, apenas
consideramos que, em todas as
traduções dos ensinamentos do Mestre Divino, se
torna imprescindível separar da
letra
o espírito.
Poderia objetar que a letra deveria ser simples
e clara.
Convenhamos que sim, mas importa observar que os
Evangelhos são o roteiro
das almas, e é com a visão espiritual que devem
ser lidos; pois, constituindo a
cátedra
de Jesus, o discípulo que deles se aproximar com
a intenção sincera de aprender
encontra, sob todos os símbolos da letra, a
palavra persuasiva e doce, simples e
enérgica, da inspiração do seu Mestre imortal.
(Emmanuel, de “O CONSOLADOR”, 3ª Parte, cap. II
(Evangelho), FCXavier, FEB)
"A
biblioteca espírita é viveiro de luz." - André Luiz
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